Primeiro semestre em retrospectiva: os projetos que marcaram a Alice Wonders em 2026 Comentários desativados em Primeiro semestre em retrospectiva: os projetos que marcaram a Alice Wonders em 2026 317

Pessoa caminhando por um ambiente imersivo e biofílico, representando um case de varejo experiencial focado em pertencimento, conexão emocional e jornada do consumidor.

Metade do ano já passou e, desde case arquitetônico até tecnológico, foram abraçados aqui na Alice Wonders, e é claro que não deixaríamos esse marco passar em branco, afinal de contas, muitas coisas acontecem, mudam e chegam em 6 meros meses. 

O primeiro semestre de 2026 foi marcado por muitos projetos especiais realizados pelo time da Alice Wonders, que abrangeu diversos segmentos, desde o imobiliário até a tecnologia. Afinal de contas, oferecer uma experiência marcante para os consumidores é algo que toda e qualquer marca precisa se preocupar. 

E pensando em te deixar ainda mais inteirado do que rolou por aqui durante esse primeiro semestre, selecionamos alguns cases especiais e que marcaram nossa jornada até este momento, a fim de que você conheça um pouquinho mais do que fazemos e de quem têm confiado no nosso trabalho. 

Case Mitre: Corredor Imersivo inspirado em Madri

Abrindo com chave de ouro, trouxemos o case da Alice Wonders com a Mitre, uma incorporadora e construtora brasileira especializada no desenvolvimento de empreendimentos residenciais de médio e alto padrão. Nosso time transformou um corredor de circulação do estande da Mitre em uma verdadeira experiência inspirada na cidade de Madri, demonstrando como o varejo experiencial pode agregar valor à apresentação de empreendimentos imobiliários. 

Em vez de utilizar o espaço apenas como passagem entre ambientes, o projeto foi concebido para despertar emoções desde o primeiro contato do visitante com o empreendimento. A combinação entre vegetação cenográfica, iluminação estratégica, conteúdos audiovisuais e referências culturais espanholas cria uma atmosfera envolvente que prepara emocionalmente o cliente antes mesmo da apresentação comercial. 

O percurso foi planejado para estimular a descoberta contínua. Ao longo do corredor, molduras clássicas funcionam como telas digitais que exibem animações sobre a arquitetura, a arte e a cultura madrilenha. A narrativa visual é construída gradualmente, despertando curiosidade e incentivando o visitante a explorar cada detalhe do ambiente. 

Além de fortalecer o posicionamento da Mitre, o corredor apresenta elevado potencial de compartilhamento nas redes sociais. Os cenários instagramáveis estimulam os visitantes a produzirem conteúdo espontâneo, ampliando o alcance da marca para além do estande de vendas. 

O case demonstra que a Alice Wonders compreende o espaço físico como um canal estratégico de comunicação. O corredor deixa de ser apenas um elemento funcional da arquitetura para tornar-se parte ativa da narrativa do empreendimento, despertando emoções e construindo conexões entre visitante e marca. 

Clique aqui e confira o vídeo especial sobre esse case. 

Fast Shop: Retail Design orientado por tecnologia 

Em um cenário marcado pela transformação digital, a Fast Shop buscou tornar suas lojas mais conectadas e dinâmicas por meio de uma solução desenvolvida pela Alice Wonders que integra arquitetura comercial, digital signage e gestão inteligente de conteúdo. O projeto demonstra como o varejo experiencial pode utilizar a tecnologia para fortalecer a comunicação da marca dentro do ponto de venda, criando ambientes que acompanham o ritmo das campanhas comerciais e das mudanças do mercado. 

Um dos principais diferenciais do projeto é a implementação de uma plataforma centralizada de gestão de conteúdo. Por meio desse sistema, campanhas, lançamentos e comunicações institucionais podem ser distribuídos simultaneamente para diferentes telas da loja, garantindo agilidade, padronização e maior controle operacional. 

A integração entre arquitetura e tecnologia constitui outro aspecto relevante do case. As grandes superfícies digitais são incorporadas ao mobiliário e às paredes de forma harmoniosa, preservando a estética da loja e fortalecendo sua identidade visual. Em vez de representar apenas equipamentos tecnológicos, as telas passam a compor a linguagem arquitetônica do ambiente, criando uma comunicação contínua entre espaço físico e conteúdo digital. 

Mais do que modernizar a comunicação, o projeto demonstra como a inovação pode contribuir para fortalecer o posicionamento da Fast Shop como uma marca conectada às transformações do varejo contemporâneo. A combinação entre gestão inteligente de conteúdo, arquitetura comercial e tecnologia amplia a eficiência operacional e melhora significativamente a experiência oferecida ao cliente. 

O case evidencia que o futuro do varejo experiencial depende da integração entre espaços físicos e soluções digitais capazes de criar valor para consumidores e empresas. Nesse contexto, o design de loja assume papel estratégico na construção da jornada do consumidor no varejo, consolidando uma experiência imersiva no varejo que aproxima marca, produto e consumidor de forma muito mais eficiente.

Clique aqui e confira o vídeo especial sobre esse case. 

Case Galeria Laguna: Magic Floor como plataforma interativa

A Alice Wonders também desenvolveu, agora, para a Galeria Laguna o Magic Floor, uma solução tecnológica que transforma o piso em uma interface interativa capaz de conduzir o visitante por uma narrativa dinâmica sobre o empreendimento. Em vez de utilizar recursos tradicionais, como maquetes e painéis informativos, o projeto coloca o consumidor no centro da experiência, permitindo que sua movimentação pelo espaço revele informações, animações e conteúdos digitais. 

O principal diferencial do Magic Floor está na interação entre o visitante e o ambiente. Conforme a pessoa caminha sobre a projeção, novas informações são apresentadas de forma progressiva, criando uma narrativa baseada na descoberta. O consumidor deixa de ser apenas um espectador e passa a participar ativamente da apresentação do projeto, tornando o processo de compreensão mais intuitivo e envolvente. 

Outro aspecto relevante é a integração invisível da tecnologia ao espaço físico. Em vez de destacar equipamentos ou dispositivos, o projeto faz com que toda a atenção seja voltada para a experiência vivida. Projeções digitais, animações e arquitetura trabalham de forma integrada para criar um ambiente sofisticado e intuitivo, reforçando a ideia de que a tecnologia deve potencializar a experiência sem competir com ela. 

O case demonstra como soluções digitais podem redefinir a forma de apresentar produtos e serviços no mercado imobiliário. Mais do que informar, o Magic Floor cria conexões emocionais capazes de aumentar o tempo de permanência, despertar curiosidade e fortalecer a percepção de valor do empreendimento. 

Ao integrar arquitetura, storytelling e tecnologia, a Alice Wonders evidencia como o varejo experiencial pode transformar espaços físicos em plataformas de relacionamento. O resultado é um design de loja inovador que qualifica toda a jornada do consumidor no varejo e consolida uma experiência imersiva no varejo como elemento estratégico de diferenciação.

Clique aqui e confira o vídeo especial sobre esse case. 

Gran Incorporadora: Magic Room como experiência sensorial e narrativa

Para a Gran Incorporadora, a Alice Wonders desenvolveu a Magic Room, uma sala imersiva criada para apresentar o conceito do empreendimento por meio de projeções digitais, storytelling e recursos audiovisuais. O projeto substitui apresentações convencionais por uma experiência capaz de envolver emocionalmente o visitante antes mesmo da visita ao apartamento decorado. 

A narrativa desenvolvida na Magic Room utiliza imagens em alta definição, movimentos sincronizados e projeções em grande escala para transportar o visitante ao universo do empreendimento. Em vez de apenas apresentar dados técnicos, a experiência comunica sensações, estilo de vida e atributos da marca por meio de uma sequência cuidadosamente planejada. 

Além de criar encantamento, a Magic Room fortalece o posicionamento da Gran Incorporadora como uma empresa inovadora e comprometida com experiências diferenciadas. O ambiente aumenta o tempo de permanência do visitante, favorece a memorização da marca e contribui para que o empreendimento permaneça presente durante todo o processo de decisão de compra. 

Ao substituir apresentações tradicionais por uma narrativa sensorial, a Alice Wonders evidencia uma tendência crescente do mercado: utilizar ambientes físicos como plataformas de comunicação emocional. A Magic Room mostra que experiências memoráveis aumentam o envolvimento do consumidor e fortalecem o branding das incorporadoras. 

Dessa forma, o varejo experiencial torna-se um importante diferencial competitivo, enquanto o design de loja organiza a jornada do consumidor no varejo para oferecer uma experiência imersiva no varejo alinhada às novas expectativas dos consumidores.

Clique aqui e confira o vídeo especial sobre esse case. 

Case Casa Bola Kohler: arquitetura e Brand Experience 

Por fim, mas longe de ser menos importante, na ativação desenvolvida para a Kohler, a Alice Wonders transformou a icônica Casa Bola em um espaço de experimentação da marca, utilizando a arquitetura como elemento central da narrativa. Em vez de criar uma exposição convencional de produtos, o projeto integrou design, inovação e patrimônio arquitetônico para proporcionar uma experiência capaz de despertar emoções e aproximar o público dos valores da empresa. 

A arquitetura singular da Casa Bola desempenha papel fundamental na construção da experiência. Suas formas curvas, circulação orgânica e configuração incomum transformam o percurso em uma jornada de descobertas, permitindo que cada ambiente revele novos produtos e novas possibilidades de interação. 

Em vez de adaptar o espaço às convenções expositivas, a Alice Wonders utilizou suas características arquitetônicas como parte da narrativa, reforçando o potencial do varejo experiencial e demonstrando como o design de loja pode tornar a jornada do consumidor no varejo mais envolvente por meio de uma autêntica experiência imersiva no varejo.

O projeto também apresenta elevado potencial de compartilhamento nas redes sociais. A própria arquitetura da Casa Bola desperta curiosidade e incentiva a produção de fotografias e vídeos, ampliando organicamente o alcance da ação. 

Ao transformar a Casa Bola em uma experiência sensorial, a Alice Wonders reforça o posicionamento premium da Kohler e demonstra que arquitetura, tecnologia e storytelling podem atuar de forma integrada para produzir resultados relevantes.

Clique aqui e confira o vídeo especial sobre esse case. 

Esses foram apenas alguns dos projetos que a Alice Wonders desenvolveu no primeiro semestre deste ano e que se destaca não apenas pela inovação, mas pelo impacto que foi gerado na mensagem propagada pela marca e pela experiência marcante oferecida aos consumidores. 

Ainda temos mais um semestre pela frente e muitos outros projetos para saírem do papel, siga a Alice Wonders através das redes sociais para acompanhar os novos cases e nos contate para conhecer mais sobre o nosso trabalho e entender como a inovação e experiência podem fazer toda a diferença no seu negócio e para o seu público.

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Impacto não exige uma experiência gigante 0 115

Experiência de marca interativa que gera impacto e conexão com o público.

Quando uma marca pensa em criar uma experiência, é comum imaginar grandes estruturas, cenários impressionantes, tecnologias de ponta e eventos capazes de reunir centenas ou milhares de pessoas. Afinal, quanto maior a experiência, maior o impacto, certo? Nem sempre.

Uma experiência de marca não precisa ser gigantesca para ser relevante. Na prática, o que faz uma ação ser lembrada não é apenas o tamanho da produção, mas a capacidade de criar conexão com as pessoas. Uma ideia simples, quando bem construída e alinhada aos objetivos da empresa, pode gerar muito mais impacto do que uma experiência grandiosa que não conversa com o público.

O que realmente faz uma experiência de impacto?

Antes de pensar no tamanho de uma experiência, é importante pensar no que ela pretende provocar.

Uma boa experiência de marca pode despertar uma emoção, criar uma memória, apresentar um produto de uma maneira diferente ou simplesmente fazer com que uma pessoa se sinta mais próxima de determinada empresa. O impacto nasce dessa relação.

Por isso, criatividade, contexto e relevância são tão importantes quanto a estrutura. Uma experiência pode acontecer para um grupo pequeno de pessoas e, ainda assim, ser significativa para cada uma delas.

Imagine, por exemplo, uma ação interna criada para aproximar colaboradores de uma nova campanha, uma ativação em um evento corporativo ou uma experiência personalizada para clientes. Nenhuma dessas iniciativas precisa necessariamente ser enorme para cumprir seu objetivo.

O que importa é fazer sentido para quem participa.

Experiência de marca não é sinônimo de grandiosidade

Existe uma diferença importante entre alcance e impacto.

Uma experiência de grande escala pode alcançar muitas pessoas. Mas isso não significa, automaticamente, que será capaz de criar uma conexão profunda com elas. Da mesma forma, uma ação menor pode atingir um público mais restrito e deixar uma impressão muito mais significativa.

É por isso que pensar em experiência de marca exige olhar além da dimensão física de uma ação. Quantas pessoas estarão presentes é uma pergunta importante, mas não deveria ser a única. Também vale pensar: 

  • O que essas pessoas devem sentir?;
  • O que queremos que elas entendam?;
  • Que mensagem queremos deixar?;
  • E, principalmente, o que pode fazer esse momento ser relevante para elas?

Essas respostas ajudam a construir experiências mais coerentes com a marca e com o público.

Criatividade também é saber aproveitar os recursos

Criar uma experiência relevante não significa ignorar orçamento, estrutura ou escala. Esses elementos continuam sendo importantes para definir o que é possível colocar em prática.

A questão é entender que eles não são os únicos responsáveis pelo resultado.

Uma ideia criativa pode transformar recursos disponíveis em uma experiência mais interessante, interativa e memorável. Em vez de simplesmente aumentar a quantidade de elementos de uma ação, é possível pensar em como cada escolha pode contribuir para a história que a marca quer contar.

Nesse sentido, criatividade também é estratégia.

É entender o público, o contexto e o objetivo da ação para encontrar a melhor maneira de transformar uma ideia em experiência. Às vezes, isso significa apostar em tecnologia. Em outras situações, pode significar criar uma interação simples, mudar a forma de apresentar uma mensagem ou encontrar uma maneira inesperada de envolver as pessoas.

O impacto começa antes da experiência

Uma experiência de marca começa muito antes do momento em que o público entra em contato com ela. Ela começa na ideia.

É nesse primeiro momento que a empresa define o que quer comunicar, para quem está falando e qual tipo de conexão deseja criar. A partir daí, cada detalhe da experiência pode ser pensado para reforçar esse propósito.

Quando existe clareza sobre o objetivo, fica mais fácil decidir onde investir, quais recursos fazem sentido e o que realmente precisa estar presente.

Por isso, talvez a pergunta mais interessante não seja “como criar uma experiência maior?”, mas “como criar uma experiência que faça mais sentido?”

Porque, no fim, uma experiência memorável não é necessariamente aquela que ocupa mais espaço. É aquela que consegue ocupar um espaço na memória das pessoas.

Sua marca não precisa ser gigante para criar grandes experiências

Criar impacto não depende apenas de escala. Depende de entender pessoas, encontrar boas ideias e transformar objetivos de negócio em experiências que façam sentido para quem está do outro lado.

É justamente nesse encontro entre estratégia, criatividade e experiência que a Alice Wonders atua.

A empresa desenvolve experiências para marcas que querem criar conexões reais com seus públicos, transformando ideias em projetos pensados para cada contexto e objetivo.

Porque sua próxima experiência não precisa ser maior. Ela precisa ser relevante.

Quer transformar uma ideia em uma experiência capaz de gerar conexão e impacto? Conheça a Alice Wonders e descubra como podemos criar isso juntos.

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O briefing que mata uma boa experiência 0 101

Briefing estratégico para desenvolvimento de experiências de marca

“Precisamos de uma campanha”; “Vamos fazer um evento”; “Precisamos de uma ativação”; “Que tal criar um aplicativo?”. Quase todos esses pedidos possuem um primeiro passo em comum: o briefing.

No dia a dia de marketing, frases assim costumam aparecer como ponto de partida para novos projetos. O problema é que, muitas vezes, elas não apresentam o desafio. Já apresentam a resposta.

E quando a solução vem antes do problema, a criatividade começa com menos espaço para explorar.

Isso não significa que uma campanha, um evento ou uma ativação sejam escolhas ruins. A questão é entender se elas são, de fato, a melhor resposta para aquilo que a empresa precisa transformar. Afinal, é possível executar perfeitamente uma solução e, ainda assim, resolver o problema errado.

Antes do “o que fazer”, vem o “por quê”

Um briefing eficiente não deveria começar pela entrega. Deveria começar pelo contexto.

  • O que está acontecendo?;
  • Por que isso importa para o negócio?; 
  • Quem é impactado?;
  • O que essa pessoa está vivendo?;
  • Existe algum comportamento ou percepção que precisa mudar?;
  • O que já foi tentado?;
  • E o que ainda não sabemos sobre esse desafio?

Essas perguntas ajudam a transformar um pedido em uma oportunidade de investigação.

“Precisamos criar uma ativação para aumentar o fluxo na loja”, por exemplo, já determina parte importante do caminho. Mas entender que existe um fluxo relevante de pessoas que circulam pelo espaço sem interagir com determinada categoria abre uma discussão muito mais interessante: como podemos tornar essa jornada mais relevante?

A ativação pode continuar sendo a resposta. Mas agora ela é uma possibilidade entre várias — e não uma decisão tomada antes de o problema ser compreendido.

Um bom briefing abre possibilidades

Existe uma diferença importante entre dar direção e determinar a solução. Um bom briefing precisa ser claro sobre o desafio, o público, os objetivos, o contexto e as restrições. Ao mesmo tempo, deve deixar espaço para que a equipe questione premissas e explore diferentes caminhos.

É justamente essa combinação que pode tornar o processo criativo mais potente.

Quando o briefing diz “faça X para alcançar Y”, a discussão tende a se concentrar em como fazer X da melhor maneira possível. Quando ele apresenta “precisamos alcançar Y porque estamos diante deste cenário”, a pergunta muda para “qual é a melhor maneira de chegar lá?”.

Parece uma diferença pequena, mas ela pode mudar completamente o resultado.

A solução pode estar em uma experiência física, em conteúdo, tecnologia, serviço, comunicação, ambiente, jornada ou em uma combinação de diferentes possibilidades. O formato deixa de ser o ponto de partida e passa a ser consequência da estratégia.

E onde entra a experiência?

Em quem está do outro lado.

Uma boa experiência não nasce apenas daquilo que a marca quer comunicar ou oferecer. Ela precisa considerar o contexto de quem vai vivenciá-la. O que essa pessoa espera? O que pode gerar fricção? O que é relevante naquele momento? Qual é o papel da marca naquela jornada?

Quando essas perguntas entram no briefing, o projeto deixa de ser apenas sobre uma entrega e passa a ser sobre uma transformação.

Esse olhar também ajuda a evitar um dos erros mais comuns em projetos de experiência: criar algo interessante para a empresa, mas pouco relevante para as pessoas.

Uma ideia pode ser bonita, inovadora e tecnicamente impecável. Mas, se não responder a uma necessidade real ou não fizer sentido dentro daquele contexto, dificilmente será uma boa experiência.

O briefing não precisa trazer a ideia pronta

Talvez essa seja a principal mudança de perspectiva: o briefing não existe para dizer exatamente o que deve ser criado. Ele existe para criar as condições para que a melhor ideia possa aparecer.

Isso significa investir mais tempo entendendo o problema antes de correr para a solução. Significa questionar pedidos, investigar comportamentos, reconhecer restrições e deixar espaço para possibilidades que ainda não estavam no radar.

No fim, quanto mais clareza existe sobre o problema, mais liberdade existe para pensar na solução.

É com esse olhar que a Alice Wonders transforma desafios de negócio em experiências. Unindo estratégia, criatividade e uma visão centrada nas pessoas, ajudamos marcas a sair da lógica da solução pronta e encontrar caminhos mais relevantes para aquilo que realmente precisa ser transformado.

Porque uma boa experiência pode até começar com uma ideia. Mas uma experiência relevante começa com uma boa pergunta.

Quer descobrir novas possibilidades para um desafio da sua marca? Fale com a Alice Wonders.

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