Retailtainment: quando comprar deixa de ser o foco principal 0 12

Consumidora utilizando óculos de realidade virtual ao lado de sacolas de compras, ilustrando como o retailtainment combina tecnologia e entretenimento para transformar a experiência no varejo.

O avanço do e-commerce transformou profundamente a forma como as pessoas consomem. Com poucos cliques, é possível comparar preços, encontrar avaliações, realizar compras e receber produtos em casa sem sair do sofá. Nesse contexto, as lojas físicas passaram a enfrentar um desafio importante: oferecer algo que vá além da conveniência e da simples transação comercial, e é aí que nasce o retailtainment.

Ao mesmo tempo, observamos a ascensão da chamada economia da experiência, na qual consumidores valorizam cada vez mais momentos memoráveis, conexões emocionais e interações significativas com as marcas. Em um mercado cada vez mais competitivo, não basta disponibilizar produtos: é preciso criar experiências capazes de gerar encantamento, engajamento e lembrança.

É nesse cenário que surge o conceito de retailtainment, uma estratégia que combina varejo e entretenimento para transformar o ponto de venda em um destino de experiência. Mais do que uma tendência, o retailtainment representa uma nova forma de pensar o papel da loja física dentro da jornada do consumidor no varejo, aproximando marcas e pessoas por meio de vivências que estimulam emoções, interação e pertencimento.

Mais do que vender produtos, as lojas estão se tornando espaços de convivência, descoberta, entretenimento e relacionamento. E é justamente essa transformação que está redefinindo o futuro do marketing de experiência no varejo e que iremos conhecer um pouco mais no conteúdo de hoje. 

O conceito do retailtainment e suas ascensão no varejo

O conceito de retailtainment surgiu da combinação entre as palavras retail (varejo) e entertainment (entretenimento), representando uma abordagem que busca transformar a visita à loja em uma experiência mais envolvente e memorável.

Embora o termo tenha ganhado popularidade nos últimos anos, sua essência já podia ser observada em shopping centers que incorporavam cinemas, praças de alimentação e áreas de lazer para atrair visitantes. 

Hoje, no entanto, o retailtainment evoluiu para algo muito mais estratégico: em vez de apenas adicionar entretenimento ao ambiente comercial, as marcas passaram a integrar experiências diretamente à sua proposta de valor, fazendo com que a interação com o espaço se torne tão importante quanto os produtos oferecidos.

Essa transformação acompanha o crescimento do varejo experimental e reflete mudanças significativas no comportamento do consumidor. Em um cenário em que a compra pode ser realizada de forma rápida e conveniente no ambiente digital, as pessoas passaram a buscar nas lojas físicas algo que o e-commerce dificilmente consegue reproduzir: conexão humana, estímulos sensoriais, pertencimento e experiências capazes de gerar emoções. 

Especialmente entre millennials e gen Z, observa-se uma valorização crescente de vivências autênticas, compartilháveis e alinhadas aos seus interesses e estilos de vida. Nesse contexto, a compra deixa de ser o único objetivo da visita e passa a fazer parte de uma jornada mais ampla, marcada por descoberta, inspiração e relacionamento.

É justamente por isso que a loja física vem assumindo um papel cada vez mais estratégico dentro da jornada do consumidor no varejo. O contato direto com produtos, a ambientação, os aromas, a iluminação, a interação com colaboradores e a possibilidade de experimentação criam uma experiência única, capaz de fortalecer a percepção de valor da marca. 

Nesse cenário, o marketing de experiência no varejo ganha protagonismo, enquanto o design de loja deixa de cumprir apenas uma função operacional para atuar como uma ferramenta estratégica de conexão. Cada detalhe do espaço passa a contribuir para a construção de narrativas, despertar sensações e reforçar o posicionamento da marca. 

Quando bem planejada, a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e se transforma em um ambiente de convivência, descoberta e relacionamento, capaz de gerar diferenciação competitiva e fortalecer vínculos duradouros com os consumidores.

Elementos do retailtainment que transformam lojas em destinos de experiência

Quando falamos do retailtainment, existem elementos que são essenciais para entreter o público e oferecer uma experiência única a ele, experiência essa que pode ser crucial para sua decisão final de compra. Unir esses dois cenários não é fácil, mas existem fatores que contribuem para tal, como: 

Interatividade e participação ativa do consumidor

Uma das principais características do retailtainment é colocar o consumidor no centro da experiência. Em vez de apenas observar produtos expostos, ele passa a interagir com a marca de forma ativa.

Por isso, demonstrações de produtos, testes práticos, espaços para experimentação e recursos de gamificação tornam a visita mais envolvente e participativa. Esse modelo está diretamente ligado ao conceito de varejo experimental, no qual o aprendizado e a descoberta fazem parte da experiência.

Um bom exemplo são lojas que permitem a personalização de produtos em tempo real. Ao participar da criação de um item exclusivo, o consumidor desenvolve uma conexão emocional mais forte com a marca.

Além disso, experiências interativas podem ser replicadas em diferentes unidades, criando experiências escaláveis que mantêm a consistência da marca sem perder o potencial de engajamento. Essa capacidade de reproduzir experiências relevantes em diversos pontos de venda tem se tornado uma prioridade para empresas que investem em marketing de experiência no varejo.

Eventos e ativações presenciais

Eventos presenciais voltaram a ser uma ótima vitrine para os negócios, principalmente após a pandemia. Sendo assim, apostar em workshops, palestras, encontros com especialistas, lançamentos de produtos e eventos temáticos são recursos cada vez mais utilizados pelas marcas para fortalecer sua presença física.

Essas iniciativas transformam as lojas em espaços de convivência e aprendizado, ampliando seu papel dentro da jornada do consumidor no varejo. Em vez de visitar a loja apenas quando existe uma necessidade de compra, o consumidor passa a enxergar aquele ambiente como um local relevante para seu estilo de vida.

Além disso, eventos ajudam a construir comunidades de marca, permitindo que os consumidores não apenas ouçam, mas também falem e troquem figurinhas com profissionais da área, fortalecendo vínculos emocionais e aumentando a recorrência das visitas.

Esses eventos, quando alinhados ao design de loja e à proposta da marca, são ativações que reforçam a estratégia de retailtainment e potencializam os resultados do varejo experimental.

Gastronomia como extensão da experiência

Você provavelmente não se esquece do sabor do prato do seu restaurante favorito, não é? Pois bem, esse é um exemplo de como até mesmo o nosso paladar pode interferir em toda uma experiência dentro de um espaço físico.  

Dentro deste contexto, podemos falar sobre a presença de cafés, restaurantes e espaços gastronômicos dentro de ambientes comerciais, o que se tornou uma das manifestações mais evidentes do retailtainment.

Mais do que oferecer alimentação, essas iniciativas aumentam o tempo de permanência dos consumidores e contribuem para criar experiências mais confortáveis e acolhedoras. A gastronomia estimula sentidos, desperta emoções e fortalece a conexão com a marca.

Sob a perspectiva do marketing de experiência no varejo, a alimentação funciona como um elemento complementar capaz de enriquecer toda a experiência de visita. Além disso, o design de loja pode integrar estrategicamente esses espaços para criar jornadas fluidas e convidativas, favorecendo a descoberta e a permanência.

Tecnologia como facilitadora da experiência

A tecnologia também desempenha papel fundamental na evolução do retailtainment. Recursos como realidade aumentada, espelhos inteligentes, provadores virtuais, inteligência artificial e experiências imersivas ajudam a enriquecer a interação entre consumidores e marcas.

Não é novidade para ninguém que os avanços da tecnologia já são realidade nos espaços físicos e tratam-se de soluções que ampliam as possibilidades do varejo experimental, permitindo que as pessoas explorem produtos de maneiras inovadoras e personalizadas.

Entretanto, aqui, é importante e nosso dever destacar que a tecnologia não deve existir apenas para impressionar. Sua função é facilitar a experiência, reduzir atritos e agregar valor à jornada do consumidor no varejo.

Quando integrada de forma estratégica ao design de loja, a tecnologia potencializa os resultados do marketing de experiência no varejo e fortalece a proposta de retailtainment e toda a narrativa da marca.

Espaços instagramáveis e o poder do compartilhamento social

Por último, mas longe de ser menos importante, sabemos bem que as redes sociais mudaram completamente a forma como as pessoas interagem com os espaços físicos. Atualmente, muitos consumidores escolhem visitar determinados locais motivados pela possibilidade de registrar e compartilhar experiências.

Por isso, ambientes instagramáveis, que são espaços visualmente atraentes e esteticamente agradáveis, passaram a fazer parte das estratégias de retailtainment. Murais criativos, instalações artísticas, cenários imersivos e elementos visuais impactantes incentivam a produção de conteúdo espontâneo.

Essa estratégia fortalece o marketing de experiência no varejo ao transformar clientes em promotores da marca. O conteúdo gerado pelos usuários amplia o alcance das ações e contribui para aumentar a visibilidade da empresa.

Nesse contexto, o consumidor deixa de ser apenas cliente para se tornar mídia da marca, reforçando o poder do varejo experimental e ampliando o impacto da experiência para além do espaço físico.

Cases que mostram o retailtainment na prática

Agora que já entendemos um pouco mais sobre os elementos que são imprescindíveis quando falamos do retailtainment, chegou o momento de ver isso na prática. Confira abaixo alguns exemplos de empresas e marcas que sabem usar o entretenimento como uma ótima ferramenta para criação de experiências memoráveis: 

LEGO e o varejo baseado em experimentação

A LEGO é uma das referências globais em retailtainment. Suas lojas são projetadas para incentivar a criatividade e a interação, permitindo que crianças e adultos explorem produtos antes mesmo da compra.

Nas lojas físicas da LEGO não é surpresa encontrarmos áreas para brincar, montar e criar transformam o ambiente em uma extensão natural do propósito da marca. O resultado é uma experiência alinhada aos princípios do varejo experimental e do marketing de experiência no varejo.

Nike e a loja como ambiente de comunidade

A Nike, uma das maiores marcas globais de artigos esportivos, utiliza suas lojas para muito mais do que vender artigos esportivos. Eventos, treinamentos, testes de produtos e tecnologias interativas fazem parte da proposta de experiência.

Ao integrar atividades físicas e relacionamento ao ambiente comercial, a marca fortalece não apenas a sua própria cultura, mas também a sua presença na jornada do consumidor no varejo e cria conexões que vão além da compra.

Starbucks Reserve

E os amantes de um bom café não ficam de fora. As unidades da Starbucks Reserve, uma linha premium de experiências da marca, representam uma evolução do conceito tradicional de cafeteria. O foco está na imersão sensorial, na gastronomia e na valorização da cultura do café.

A experiência envolve aromas, processos de preparo, storytelling e interação, demonstrando como o retailtainment pode ser aplicado para aprofundar o relacionamento com os consumidores.

CAMP NYC

A CAMP NYC é frequentemente citada como um dos exemplos mais completos de retailtainment da atualidade. O espaço combina loja, parque temático, entretenimento infantil e experiências interativas.

A proposta mostra como o design de loja, aliado ao varejo experimental e uma narrativa bem trabalhada, pode transformar completamente a percepção que o público tem sobre o papel de um ponto de venda.

Para finalizar, essa parte, sabe o que todos esses exemplos têm em comum? Apesar das diferenças entre segmentos e públicos, todos esses cases compartilham características semelhantes:

  • Participação ativa do consumidor;
  • Entretenimento integrado à experiência;
  • Narrativa de marca consistente;
  • Forte componente emocional;
  • Permanência prolongada no ambiente;
  • Integração estratégica entre espaço, experiência e relacionamento.

Esses fatores, por vezes invisíveis em toda a estratégia criada, demonstram por que o retailtainment tem se consolidado como uma das principais estratégias de transformação do varejo físico.

O varejo além da compra: retailtainment como ferramenta

O retailtainment não substitui a venda. Na verdade, ele transforma a venda em uma consequência natural de uma experiência bem construída. Quando consumidores se sentem engajados, inspirados e emocionalmente conectados a uma marca, a decisão de compra passa a acontecer de forma muito mais orgânica.

Nesse contexto, o valor das lojas físicas está migrando da simples disponibilidade de produtos para a capacidade de criar conexões memoráveis. O investimento em marketing de experiência no varejo, varejo experimental e estratégias centradas na jornada do consumidor no varejo torna-se cada vez mais relevante para marcas que desejam se diferenciar.

Ao mesmo tempo, o design de loja assume um papel estratégico na construção dessas experiências, ajudando a transformar espaços comerciais em ambientes de descoberta, convivência e relacionamento.

Em um cenário de crescente digitalização, o futuro do varejo físico passa menos pela transação e mais pela experiência. E é justamente por isso que o retailtainment continuará sendo uma das principais forças capazes de redefinir a relação entre marcas, consumidores e espaços comerciais nos próximos anos.

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Omnichannel: A importância na ativação de marca Comentários desativados em Omnichannel: A importância na ativação de marca 991

Omnichannel-a-importância-na-ativação-de-marca

Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, a maneira como as marcas se conectam com seus consumidores precisa ir além da simples presença em múltiplos canais. Hoje, mais do que nunca, é fundamental adotar uma estratégia Omnichannel para criar experiências integradas, fluídas e memoráveis, seja no digital ou no físico.

Nesse cenário, o conceito de marketing Omnichannel tem ganhado destaque como uma estratégia essencial para fortalecer a presença de marca e garantir relevância diante de um consumidor exigente e hiperconectado.

As lojas do varejo, por exemplo, não podem mais depender apenas da vitrine física ou do ponto de venda tradicional para impactar o público. A jornada de compra tornou-se híbrida, e os consumidores esperam que a comunicação, o atendimento e a experiência de marca aconteçam de forma contínua entre os canais.

Para que essa integração aconteça de forma eficiente, é necessário investir em sistemas para varejo que permitam centralizar informações, conectar os diferentes pontos de contato e viabilizar a personalização das interações. Afinal, a tecnologia é a base que sustenta uma operação omnichannel de verdade.

Sendo assim, neste conteúdo, vamos explorar como o marketing omnichannel pode transformar a forma como as marcas ativam suas presenças no mercado, e por que essa abordagem é cada vez mais indispensável para varejistas que desejam inovar.

Entenda o que é Omnichannel e o seu papel na experiência do consumidor 

Antes de tudo, é importante entender que marketing Omnichannel vai muito além de simplesmente estar presente em diversos canais. Trata-se de uma estratégia que busca integrar todos os pontos de contato com o consumidor – online e offline – para oferecer uma experiência unificada, consistente e fluida em toda a jornada de compra.

Diferente do modelo multicanal (em que os canais operam de forma independente), o Omnichannel conecta canais físicos, digitais e de atendimento de forma inteligente. Assim, o consumidor pode iniciar a compra em um app, tirar dúvidas no WhatsApp, visitar a loja do varejo para experimentar o produto e, por fim, finalizar o pedido pelo e-commerce, tudo isso sem rupturas ou repetições desnecessárias.

De acordo com uma pesquisa feita pela  Zendesk, 87% dos consumidores esperam que as marcas ofereçam uma experiência coesa entre os canais. Isso mostra que investir em marketing Omnichannel não é apenas uma tendência, mas uma exigência do novo perfil de consumo.

Para que essa integração funcione na prática, é fundamental que os negócios contem com sistemas para varejo capazes de centralizar dados de clientes, unificar estoques, personalizar campanhas e garantir que todas as interações sejam informadas e contextualizadas. Quando os sistemas conversam entre si, o atendimento se torna mais ágil, a comunicação mais eficaz e a experiência muito mais satisfatória.

No contexto da loja do varejo, isso pode se traduzir em ações como: permitir que o cliente veja no site a disponibilidade de produtos na loja física, oferecer retirada rápida, facilitar trocas entre canais e garantir que promoções sejam válidas tanto online quanto presencialmente. A experiência deixa de ser fragmentada e passa a ser centrada no consumidor, que se sente no controle.

O marketing Omnichannel, apoiado por bons sistemas para varejo, não só melhora a experiência como também potencializa os resultados de negócios — criando um ciclo virtuoso entre conveniência, satisfação e conversão. 

Saiba por que o Omnichannel é estratégico para a ativação de marca

Ativar uma marca no mercado vai muito além de anunciar produtos. Envolve criar experiências memoráveis, gerar valor percebido e construir conexões emocionais com o público. Nesse sentido, o marketing Omnichannel tem se mostrado uma das abordagens mais poderosas para potencializar a ativação de marcas.

A ativação de marca eficaz acontece quando o consumidor não apenas reconhece a marca, mas interage com ela de forma envolvente e contínua, em diferentes momentos da sua jornada. E para que isso ocorra, é essencial que os canais de comunicação e venda estejam alinhados, conversando entre si, com mensagens consistentes e personalizadas.

Imagine, por exemplo, uma ação promocional pensada para uma loja do varejo físico: com uma abordagem Omnichannel, essa ativação pode ser ampliada para o e-commerce, redes sociais, aplicativo e até canais de atendimento. 

O cliente pode receber um anúncio personalizado nas redes, interagir com um influenciador, experimentar o produto na loja e concluir a compra pelo site com desconto exclusivo — tudo isso como parte de uma mesma campanha.

Para que essa experiência seja viável e eficiente, sistemas para varejo integrados são indispensáveis. Eles possibilitam a centralização de informações, a sincronização de estoques, a análise de comportamento do cliente e a personalização da comunicação em tempo real. Com a tecnologia certa, cada ponto de contato se transforma em uma oportunidade estratégica de engajar o consumidor.

Segundo a Cortex Intelligence, marcas que atuam de forma Omnichannel têm maior recall, geram mais engajamento nas redes e conseguem mensurar com mais precisão o impacto das ações de ativação. Isso porque o omnichannel permite acompanhar a jornada completa do cliente, entendendo como cada canal contribui para o resultado final.

Tudo isso nos mostra que o marketing Omnichannel, aliado a sistemas para varejo inteligentes, transforma a loja do varejo em parte de um ecossistema integrado de comunicação e vendas, onde cada canal reforça a mensagem da marca. Isso permite que as ativações deixem de ser pontuais e passem a fazer parte de uma estratégia contínua de relacionamento com o cliente.

Cases inspiradores para conhecer 

Para te ajudar a entender essa estratégia com mais clareza e, principalmente, como ela funciona na prática, selecionamos alguns cases inspiradores sobre o marketing Omnichannel para que você conheça. Veja:

Magazine Luiza

A Magazine Luiza é um dos principais cases brasileiros de sucesso em marketing Omnichannel. A empresa transformou suas lojas do varejo físico em hubs logísticos e pontos de interação direta com o consumidor, integrando com excelência os canais físicos e digitais. 

O cliente pode, por exemplo, comprar online e retirar na loja, ou ainda receber sugestões personalizadas com base nas compras feitas em qualquer canal. Essa fluidez tem sido essencial para manter o relacionamento ativo com os consumidores e fortalecer a marca em todo o Brasil.

Por trás dessa estratégia, há uma infraestrutura robusta de sistemas para varejo, que permite a sincronização de estoques, o rastreamento de pedidos em tempo real e o cruzamento de dados para personalizar experiências, uma ativação de marca contínua e integrada ao dia a dia do consumidor.

Starbucks

A Starbucks é outro exemplo emblemático de como o marketing Omnichannel pode ser aplicado para criar uma experiência coesa e personalizada em todos os pontos de contato. A marca oferece um aplicativo no qual os clientes podem fazer pedidos antecipadamente, acumular pontos de fidelidade, receber promoções personalizadas e até pagar diretamente. 

Tudo isso integrado com a experiência na loja do varejo físico. A transição entre os canais é tão fluida que o consumidor mal percebe que está alternando entre o digital e o presencial. A base para esse nível de integração está em sistemas para varejo altamente conectados, que unificam o histórico de compras, preferências e comportamentos do consumidor. 

Isso permite que cada visita à loja seja mais do que uma transação — é uma extensão da jornada do cliente com a marca. Esse modelo fortalece o vínculo emocional com o consumidor e transforma cada interação em uma forma de ativar e reforçar os valores da marca Starbucks.

Petz 

No segmento pet, a Petz é referência em marketing Omnichannel no Brasil. A rede conseguiu unir o carinho pelo atendimento presencial com a praticidade do digital, oferecendo recursos como agendamento de serviços pelo aplicativo, retirada expressa, televendas integradas e entregas rápidas via e-commerce. 

Com isso, a loja do varejo deixou de ser apenas um ponto de venda e passou a ser um elo fundamental de uma experiência completa e conectada para tutores de pets. Para garantir que essa operação funcione com eficiência, a Petz investiu em sistemas para varejo que integram gestão de estoque, CRM e canais de atendimento. 

A partir desses dados, é possível acompanhar a jornada do consumidor em todas as etapas, gerar recomendações de produtos com base nas necessidades dos pets e fortalecer a marca como uma parceira confiável no cuidado com os animais. 

Esses são apenas alguns de milhares de cases espalhados pelo Brasil e pelo mundo, de empresas dos mais variados segmentos que entenderam o potencial do marketing Omnichannel e não perderam tempo na hora de colocá-lo em prática. 

Os desafios e as oportunidades do Omnichannel

Adotar uma estratégia de marketing Omnichannel exige mais do que vontade de inovar — envolve uma mudança cultural e estrutural dentro das empresas. Um dos principais desafios é garantir que os diferentes canais estejam, de fato, integrados e operando com uma comunicação unificada. 

Isso inclui desde o alinhamento entre equipes até a adoção de sistemas para varejo que centralizem informações e viabilizem o acompanhamento da jornada do consumidor em tempo real.

Por outro lado, quem supera esses desafios encontra um cenário promissor, repleto de oportunidades. O Omnichannel permite:

  • Aumenta conversões com experiência fluida entre canais.
  • Fortalece o relacionamento com interações personalizadas.
  • Transforma a loja do varejo em espaço de experiência.
  • Garante eficiência com sistemas para varejo integrados.
  • Potencializa ativações de marca mais memoráveis e mensuráveis.

O marketing Omnichannel já não é mais uma vantagem competitiva — é um requisito para marcas que desejam se manter relevantes em um mercado em constante transformação. A loja do varejo precisa ser parte ativa dessa jornada, conectada a um ecossistema digital robusto e centrado no consumidor. 

A ativação de marca passa, cada vez mais, por experiências consistentes e integradas. A pergunta que fica é: sua marca está preparada para entregar isso ao consumidor de forma eficaz? O futuro do varejo é Omnichannel — e ele começa com decisões estratégicas no presente.

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5 motivos para investir em uma Vending Machine Comentários desativados em 5 motivos para investir em uma Vending Machine 2589

Vending Machines Interativas, por Alice Wonders

Tendência no mundo todo, a vending machine é uma grande facilitadora na hora de realizar compras. A praticidade serve tanto para o consumidor quanto para o comerciante. É um potencial investimento, ainda mais agora com as mudanças de hábitos e formas de consumo, num cenário onde a tecnologia se mostra ainda mais essencial no varejo. 

O Japão conta com mais de 5 milhões de vending machines, na Europa são 3 milhões e nos EUA, 3,5 milhões. Enquanto no Brasil, esse segmento aparece com aproximadamente 100 mil máquinas, que movimentam R$ 700 milhões, segundo a Associação Brasileira de Vendas Automáticas (ABVA). Se você já tem interesse de investir em uma vending machine, a hora é agora! 

Veja as vantagens desse negócio em potencial:

Variedade de produtos

Existem várias categorias de vending machine, desde diversos tipos de alimentos, bebidas, livros até eletrônicos. As máquinas de café, por exemplo, podem servir diversas opções de sabores. Recentemente, desenvolvemos uma tecnologia para máquinas automatizadas de café que servem bebidas geladas. As nossas máquinas possuem um painel interativo para o usuário avaliar as bebidas, deixando a sua nota (de 1 a 5 estrelas) para análise de dados. 

Máquina Hackeada/ Vending Machine
Máquinas Hackeadas de bebidas geladas para a Nestlé, por Alice Wonders.

Oportunidade de negócio

As vending machines são instaladas em locais estratégicos com alta circulação de pessoas, estão presentes em estações de metrô, centros empresariais, como escritórios, hospitais, clínicas, além de serem ótimas para eventos. Outra vantagem, é que não necessitam de nenhuma ação de marketing para divulgação em massa. Pode ser uma oportunidade de vendas extras, complementando serviços e produtos dentro do seu comércio. 

Ótimo custo-benefício

Pense que você não terá despesas com aluguel caro de ponto comercial e contratação de funcionários. O funcionamento da vending machine é 24h por dia e totalmente automático.

Visando economia e tranquilidade para você e para o consumidor, que terá mais variedade de produtos e uma experiência de compra rápida e fácil. 

Manutenção

Há duas opções de aquisição de uma vending machine: você pode comprar ou alugar a máquina. A vantagem do aluguel é que você terá todos os serviços de manutenção disponíveis sempre que precisar e sem dor de cabeça. Todo o suporte técnico é de responsabilidade da empresa contratada, que oferece uma equipe especializada e você pode contar, também, com aparelhos novos de tempos em tempos. A sua única preocupação será no abastecimento da máquina e precificação dos produtos.

Encontre o seu mercado

Se você ainda não sabe onde e quais produtos investir em uma vending machine, comece fazendo uma pesquisa de mercado para saber qual segmento é mais rentável. As máquinas de bebidas enlatadas e alimentos, como pacotes de salgadinhos, biscoitos e chocolates, são as mais famosas. 

Tecnologia e design

Para grandes empresas a opção de vending machine também é uma ótima alternativa para entregar tecnologia e inovação no varejo. Foi o caso da AMBEV, que apostou na nossa expertise para dar corpo e vida ao projeto AMA. Desenvolvemos a Vending Machine Interativa não apenas para destacar a marca, mas para criar uma relação emocional no ato da compra. A máquina é um convite à reflexão sobre o tema do negócio social, demonstrando seu impacto positivo na prática a cada venda enquanto entretém o consumidor.

AMA AMBEV, Vending Machine Interativa, por Alice Wonders
Vending Machine Interativa para a AMBEV, por Alice Wonders.

Vending machine é uma ótima solução tecnológica de varejo, com ótimo custo-benefício, baixo investimento e com estimativa de crescimento no mercado. Entre em contato conosco para fazer um orçamento, podemos ajudar sua empresa a realizar projetos incríveis! 

 

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