O Japão como lente para a introdução às economias regenerativas Comentários desativados em O Japão como lente para a introdução às economias regenerativas 1105

O varejo torna visível o mindset linear da economia vigente, baseado na lógica operacional das cadeias produtivas que a rege (extração, produção e descarte). Como engrenagem que mantém acelerado o giro entre a extração de recursos naturais e o descarte do que produzimos com eles, o varejo nutre a nossa obsessão pelo novo: novos produtos, novas campanhas, novas lojas, novas tecnologias, etc. 

Tamanha aceleração alavanca a adrenalina que atrai profissionais apaixonados, inquietos e realizadores, mas esta mesma velocidade gera desmotivação quando detalhes não são cuidados, refletindo ausência de propósito em direcionamentos estratégicos do setor. O olhar para a tecnologia é um exemplo clássico. O entusiasmo do varejo por novidades traz certo deslumbramento por tecnologias digitais e a sua busca, conhecimento e aplicação se tornaram objetivos de inovação em muitos casos. 

A tecnologia digital é um princípio intrínseco a todos os movimentos e comportamentos de uma era que rotulamos como “Era Digital”, podendo ou não estar atrelada a um passo de inovação para um varejista. Como um meio para a inovação, a tecnologia tem propósito se condicionada ao objetivo em comum de qualquer pessoa, profissional e negócio: a transição da economia vigente para economias regenerativas, que dizem sobre a sobrevivência e sustentação evolutiva da vida de todos nós, seres humanos, que pertencemos e habitamos a natureza. De forma literal: sem ter vida, para que ter tecnologia?


ILUSTRAÇÃO DO PROGRAMA DA REGENERAÇÃO PELA ÓTICA DA ECONOMIA DA PAIXÃO, POR PAULA COSTA: a regeneração representa uma nova era [digital regida pela consciência], que convoca uma nova lógica produtiva: estamos transitando da cadeia LINEAR (extrair, produzir e descartar) para a cadeia SISTÊMICA (não-linear, criativa e REGENERATIVA). 

O mindset da economia regenerativa convida palavras como “transformação” e “ressignificação” para a agenda dos negócios, resgatando o princípio do foco da inovação: o diferente e, não necessariamente, o novo.

Um passo para este movimento é, por exemplo, ao invés de criar um novo planejamento, focar na continuidade evolutiva, revisitando o já existente e questionando o que pode ser melhorado, revisado, desconsiderado ou criado a partir do que já foi pensado aproveitando que já estamos próximos do grande evento de varejo em Nova York, a NRF, que tal pensar não somente nos novos cases e lojas, mas voltar aos que ouvimos nos últimos anos para compreender a sustentação e evolução dos mesmos? 

“A curiosidade gera regeneração, nos movendo para frente, alcançado e até mesmo ultrapassando os objetivos, enquanto uma cultura orientada somente aos objetivos, leva a escassez. No livro “The Power of Moments” aparece uma pesquisa na qual empresas que focam em clientes felizes e satisfeitos (que representam a abundância) alcançam aumento de receitas anuais superiores em relação as empresas que focam somente em recuperar clientes infelizes (que representam a escassez)” – foi o insight de Ale Valdivia, co-CEO da Alice Wonders, após ler a introdução do material “Japão & A Regeneração”, disponibilizado no final deste artigo. 

Assim como tecnologia é confundida com inovação, muitos varejistas ainda colocam a sustentabilidade somente no escopo do marketing.

É preciso conscientizar que a mudança que começamos a reconhecer pelo movimento do “ESG”, passando pela transição de cadeias lineares para cadeias regenerativas, não impacta somente a produção ou comunicação, mas de forma integrada, também se relaciona a como consumimos, trabalhamos, nos relacionamos, etc. É uma mudança na forma como vivemos e, por isso, do funcionamento da economia.

Como um ponto de partida inspirador para este movimento de transição cultural, compartilhei reflexões de uma recente passagem pelo Japão, visando referências a era das economias regenerativas e a aplicação da Economia da Paixão como metodologia de inovação para a transição de organizações a esta nova era.

Te convido a acessar aqui o material completo, passando por todos os itens abaixo, que já entregam em seus títulos, valores que sustentam a cultura de inovação pela ótica da Economia da Paixão e a mecânica de economias regenerativas:

  1. EDUCAÇÃO & RESPEITO

  • A comunidade depende de pertencimento e o pertencimento nutre e é nutrido pelo protagonismo
  • Visão de Propósito
  1. COMPROMISSO

  • Aprendizado Constante
  • A importância do belo na rotina
  • Atemporalidade
  • Laços e honra às origens e tradições
  1. SILÊNCIO

  • Habilidade de foco 
  • As multidimensões da sensorialidade
  1. VÁLVULAS DE ESCAPE

  • A arte de celebrar 
  • Ludicidade e irrealismo
  • Surpresa, diversão e encantamento 
  • Tolerância e acolhimento a falha e ao erro
  1. CONSCIÊNCIA DE FIM

  • Passado e futuro conectados ao presente 
  • Cultura vintage, revenda e upcycling
  1. IMATERIALIDADE & ESPIRITUALIDADE

  • Culto e conexão à natureza
  • Minimalismo: menos é mais
  1. RITUAIS

  • Lógica de abundância 
  • Portais
  1. CUIDADO

  • Reconhecendo o protagonismo de cada parte no todo
  • Tudo começa de dentro para fora 
  • Hospitalidade 
  1. BRASIL [e nosso baita potencial!]

  • Não precisamos viajar para sair do lugar!

Paula Costa é Comunicóloga formada em Publicidade e Gestão de Varejo pela graduação e MBA da ESPM, com especializações complementares em inteligência de mercado, pesquisa, antropologia, futurismo e inovação e passagem por instituições globais como Hyper Island e Tel Aviv University. Baseada na Europa, transita por diferentes países e eventos de arte, design, tecnologia, inovação, negócios e varejo, realizando curadoria de comportamentos, movimentos e tendências, que se fazem insumos dos insights que compartilha em grupos globais de inovação, como LinkedIn Creator e apoiadora do Fashion Revolution Brasil, além de aulas de Pós Graduação e MBA de instituições como a ESPM, palestras, workshops, mentorias e consultorias de tendências, inteligência estratégica e inovação, baseada na visão da Economia da Paixão, tema do livro de sua co-autoria e  foco do projeto de sua co-criação, o Inquietesi: laboratório da Economia da Paixão para a transição à Era Digital, regida pela Consciência.

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Co-autora do livro Economia da Paixão e co-criadora do Inquietesi - laboratório da Economia da Paixão para a transição à Era Digital regida pela Consciência -, é comunicóloga formada em Publicidade e Gestão de Varejo pela graduação e MBA da ESPM, com especializações complementares em inteligência de mercado, pesquisa, antropologia, sustentabilidade, criatividade e futurismo e passagem por instituições como Hyper Island e Tel Aviv University. Vivendo fora do Brasil, a partir de uma palavra chave anual como lente da Jornada da Economia da Paixão, transita por diferentes países e eventos de arte, design, tecnologia, inovação, negócios e varejo, explorando também de forma ativa e experiencial culturas e ferramentas não-óbvias na aplicação mercadológica, como astrologia, numerologia e correlatos, realizando a curadoria de comportamentos, movimentos e tendências, que se fazem insumos dos insights e despertar de consciência que provoca em aulas de Pós Graduação e MBA de instituições como a ESPM e o IED, palestras e workshops, acompanhamento de jornada de profissionais de inovação e consultorias de tendências, inteligência estratégica e inovação para organizações de diferentes setores globalmente, além da participação em grupos globais de inovação, atuação como LinkedIn Creator e apoiadora do Fashion Revolution Brasil.

Salas Sensoriais: transformando as experiências no Ponto de Venda (PDV) Comentários desativados em Salas Sensoriais: transformando as experiências no Ponto de Venda (PDV) 1574

Sala imersiva Dior

Hoje vamos falar sobre uma ferramenta incrível que pode mudar completamente a experiência de compra dos seus clientes: as salas sensoriais para pontos de venda.

Um Novo Conceito em Experiência de Compra

Você está sempre buscando maneiras de se destacar do mar de concorrência do varejo, certo? Uma das maneiras de conseguir isso é oferecendo uma experiências personalizadas e envolventes para seus clientes, e aqui é onde as salas sensoriais entram em cena.

As salas sensoriais são espaços projetados para envolver os clientes em uma experiência imersiva, ativando todos os seus sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar. 

Todos os cinco sentidos entram em jogo, tornando a experiência de compra algo verdadeiramente memorável. Vejamos a seguir alguns exemplos de como utilizar cada sentido:

Visão

Você pode utilizar salas sensoriais com iluminação, cores e efeitos visuais para criar uma atmosfera específica. 

Imagine, por exemplo, que você tem uma loja de móveis. Que tal uma sala sensorial que simula diferentes tipos de iluminação diurna e noturna? Dessa forma, seus clientes podem ver como os móveis parecem em várias condições de luz.

  • A Tok&Stok, referência em móveis e decoração, utiliza a experiência visual em suas lojas para que os clientes possam se imaginar usando os móveis em suas próprias casas. Ambientes são montados com os produtos da loja, simulando salas, cozinhas, quartos, escritórios, entre outros. A iluminação é pensada para destacar os produtos e criar uma atmosfera acolhedora.

Audição

Música ou outros sons podem ser usados para criar um ambiente relaxante e acolhedor.

Por exemplo, se você tem uma loja de equipamentos de camping, sons da natureza, como o canto dos pássaros ou o som de chuva caindo em uma tenda, podem aumentar a experiência sensorial dos seus clientes e fazer com que se sintam mais conectados ao ambiente de camping.

Loja Centro Nacional
A Livraria Cultura é um exemplo de empresa que utiliza a experiência auditiva para criar um ambiente mais agradável. As suas lojas costumam ter uma trilha sonora suave tocando ao fundo, criando um ambiente relaxante que convida os clientes a passarem mais tempo na loja.

Tato

Você pode criar salas sensoriais envolvendo experiências com tato dos clientes.

Se você tem uma loja de roupas, que tal disponibilizar diferentes tecidos e texturas para os clientes tocarem? É uma maneira incrível deles se conectarem com os seus produtos.

  • A Natura, famosa marca de cosméticos, permite que os clientes experimentem muitos de seus produtos em suas lojas físicas. Eles podem sentir a textura dos cremes, loções e maquiagens, aplicando-os diretamente na pele. Isso ajuda a criar uma conexão mais profunda com os produtos e permite que os clientes escolham os itens que melhor atendem às suas necessidades e preferências.

Olfato

O olfato é um sentido poderoso, muitas vezes subestimado para criação de experiências de compra.

Porém, você pode utilizá-lo para criar sensações e ambientes que condizem com os seus produtos. Por exemplo:

  • Algumas lojas, como cafeterias, já usam o cheiro de café para criar um ambiente mais acolhedor.
  • Imagine entrar em uma loja de roupas e sentir o cheiro de tecidos recém-lavados. Isso definitivamente melhoraria a experiência de compra.
  • O Pão de Açúcar cria uma experiência olfativa através do aroma de pães e bolos sendo assados na padaria interna. Ao entrar na loja, o cliente é envolvido por esses cheiros deliciosos, o que cria uma atmosfera acolhedora e estimula a compra de produtos da padaria.

Um perfeito exemplo de Sala Sensorial é a ativação de Dior no Hotel Sephora, desenvolvida pela Alice Wonders. Para uma imersão multissensorial e encantadora no espaço exclusivo da marca, criamos projeções mapeadas que deram vida ao lançamento do J’adore Eau de Parfum, a mais nova fragrância da marca. Confira:

Paladar

Por último, mas certamente não menos importante, temos o paladar.

Em algumas lojas, principalmente as que vendem alimentos ou bebidas, você pode oferecer degustações para os clientes. 

  • O pão de Açúcar combina a experiência sensorial do olfato com o paladar, oferecendo também degustações de vinhos, queijos, pães e outros produtos em suas lojas. Isso não apenas permite que os clientes experimentem antes de comprar, mas também cria uma experiência de compra mais envolvente e agradável.
  • Outra empresa que adota essa prática é a Cacau Show, rede de lojas de chocolates, que costuma oferecer amostras de seus produtos, permitindo que os clientes apreciem o sabor antes de decidir pela compra.

O Impacto das Salas Sensoriais no PDV

Agora que já falamos sobre como envolver e estimular cada um dos 5 sentidos dos clientes no PDV, que tal entendermos quais são os benefícios de unificar tudo isso em Salas Sensoriais para a sua marca? 

O principal objetivo de uma sala sensorial em um ponto de venda é criar uma experiência única e memorável para o cliente.

Além disso, você não apenas diferencia sua loja da concorrência, mas também incentiva os clientes a retornarem. É uma estratégia ganha-ganha!

Veja alguns dos vários benefícios ao criar experiências sensoriais na sua loja:

Benefícios da experiência sensorial para as marcas

A experiência sensorial ajuda as marcas a se destacarem da concorrência, a aumentar a percepção de valor dos produtos e a criar uma conexão emocional com os clientes.

Criação de uma Conexão Emocional

Quando envolvemos os cinco sentidos em uma experiência de compra, estamos indo além do simples ato de vender um produto. Estamos criando uma conexão emocional com o cliente.

Sabemos que emoções fortes estão ligadas às memórias mais duradouras, então, ao proporcionar uma experiência memorável e emocionalmente carregada, estamos incentivando a fidelidade do cliente e garantindo que ele lembre da nossa marca no futuro.

Diferenciação no Mercado

No mundo do varejo competitivo de hoje, é vital que a sua marca se destaque.

As salas sensoriais podem proporcionar uma vantagem única, diferenciando sua marca dos concorrentes. Oferecer uma experiência imersiva e multissensorial é uma maneira poderosa de destacar-se e criar uma identidade única para a sua marca.

Valor Agregado

A experiência sensorial agrega valor à compra do cliente, tornando-a mais do que uma simples transação.

O cliente não está apenas levando para casa um produto, mas uma experiência completa que envolveu todos os seus sentidos. Isso pode justificar um preço mais alto e aumentar as margens de lucro para a sua marca.

Aumento do Tempo de Permanência na Loja

Ao proporcionar uma experiência sensorial envolvente, os clientes tendem a permanecer por mais tempo na loja. Isso ocorre porque estão imersos em um ambiente que estimula os seus sentidos.

Consequentemente, a ampliação desse tempo de visita aumenta as chances de os clientes descobrirem mais produtos que lhes agradem, aumentando assim, a probabilidade de gerar mais vendas. 

Estimula o Boca a Boca

Criar uma experiência de compra única e inesquecível faz com que os clientes sintam vontade de compartilhá-la com amigos e familiares.

É aí que entra em cena o valioso marketing “boca a boca”, que amplifica a visibilidade da sua marca de maneira genuína e pessoal.

Conclusão

Investir em experiências sensoriais para os pontos de venda é uma estratégia para transformar a maneira como seus clientes interagem com sua marca.

Ao criar um ambiente de compra que envolve todos os sentidos, você proporciona uma experiência de varejo mais rica, atraente e memorável.

Isso não apenas aumenta as suas chances de vendas e o tempo de permanência na loja, mas também impulsiona o valioso marketing “boca a boca”, ajudando a ampliar a visibilidade da sua marca.

Porém é importante que seja realizado um estudo para conhecer bem o seu público e oferecer experiências que se alinhem às suas expectativas e desejos. Para isso você pode contar com a nossa ajuda.

Entre em contato conosco e saiba como você pode criar experiências únicas para seus clientes e elevar o potencial do seu negócio.

FAQ – As pessoas também perguntam:

  • O que são salas sensoriais para pontos de venda? Salas sensoriais são espaços especialmente projetados para envolver os sentidos do cliente, proporcionando uma experiência de imersiva, encantadora e única. Isso envolve o uso de técnicas e tecnologias para estimular a visão, audição, tato, olfato e paladar dos clientes.
  • Por que devo considerar a experiência sensorial no varejo? A experiência sensorial pode melhorar significativamente a experiência dos clientes e aumentar vendas. Ao envolver os sentidos, os clientes tendem a passar mais tempo na loja, aumentando as chances de fazerem compras. Além disso, uma experiência única e memorável pode levar os clientes a compartilharem sua experiência com outras pessoas, impulsionando o marketing “boca a boca”.
  • Quais tipos de setores no varejo podem se beneficiar das experiências sensoriais? Qualquer tipo de setor no varejo pode se beneficiar das experiências sensoriais. Seja uma loja de móveis que utiliza diferentes cenários de iluminação para mostrar seus produtos, ou uma padaria que usa o aroma de pães frescos para atrair os clientes, as possibilidades são quase ilimitadas.
  • Como posso implementar a experiência sensorial na minha loja? Há diversas estratégias para introduzir a experiência sensorial em sua loja, as quais podem ser adaptadas de acordo com a natureza do seu negócio e o perfil do seu público-alvo. Por exemplo, você pode explorar a iluminação e a decoração para criar um ambiente que realça os atributos dos seus produtos e favoreça a interação dos seus clientes. Você pode incluir espaços temáticos, iluminação estratégica para destacar produtos específicos, e escolher cores e materiais que provocam determinadas emoções ou sensações.

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White Box: o holograma realista e interativo para O Boticário LAB Comentários desativados em White Box: o holograma realista e interativo para O Boticário LAB 2226

Em comemoração ao Dia dos Namorados, O Boticário lançou a “Central do Amor”, uma campanha interativa com holograma realista no O Boticário LAB do Morumbi Shopping estrelada por Marcela Mc Gowan, médica, influenciadora e ex-participante do BBB.

A influencer encarnou a “guru do amor” em uma White Box, tecnologia holográfica hiper-realista desenvolvida pela Alice Wonders em parceria com a Estúdio Like, para oferecer conselhos amorosos e orientar os consumidores na hora de escolherem os presentes ideais.

Na prática, o atendimento acontecia por meio de um interface digital e interativa com diferentes opções de status e dicas de presentes para marcar o Dia do Amor.

👇🏻 Assista abaixo:

A experiência se tornou ainda mais completa no dia 10 de junho, em que consumidores da flagship puderam interagir com a influenciadora via holograma – em tempo real! E não é que teve até pedido de casamento?

⏯ Veja como foi:

O holograma em qualidade 4K, ideal para promover experiências interativas em lojas, vitrines e eventos, funciona com projeções em vidros transparentes, que criam a ilusão de que os objetos são tridimensionais e estão flutuando no ar.

Essa solução holográfica também pode ser criada a partir de imagens de pessoas pré-gravadas ou em tempo real, sendo ideais para manequins ou até mesmo reuniões virtuais.

A tecnologia, que foi apontada como uma das principais tendências nas maiores feiras de varejo do mundo – como a NRF Retail’s Big Show e a EuroShop Trade Fair – agora, chega para impactar também o varejo brasileiro.

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