Transformação Digital no varejo: como inovar no PDV Comentários desativados em Transformação Digital no varejo: como inovar no PDV 4098

Transformação Digital no varejo. Photo by Joshua Earle on Unsplash

Nunca se falou tanto em Transformação Digital como agora, desde a chegada da quarentena pela pandemia do coronavírus. Este termo ficou bastante popular, chamando a atenção de profissionais e empreendedores. Mas, afinal, como implementar o processo de Transformação Digital no varejo? É adequado para os negócios ou serve apenas para empresas de tecnologia? Por ser um conceito amplo é normal existir dúvidas quanto a sua aplicação em empresas, sobretudo no varejo físico, onde o seu potencial ainda é pouco explorado. 

Gráfico Google Trends: para o termo Transformação Digital
Gráfico Google Trends: para o termo Transformação Digital

Antes de mais nada, precisamos entender o que significa Transformação Digital: é um processo que leva tecnologia para as empresas a fim de otimizar resultados, automatizar processos e melhorar o alcance. Esse processo interno pode demorar bastante tempo, dependendo do tamanho da empresa. Mas certamente modifica o mindset dos seus funcionários, que é refletido externamente, na satisfação dos clientes. 

Uma vez desenvolvida a Transformação Digital no contexto da empresa, o desafio se torna mantê-la e fazer crescer gradualmente, atingindo todas as áreas em um esforço coletivo para as equipes estarem alinhadas às novas mudanças de tempos em tempos. No varejo não é diferente. Levar tecnologia como experiência de compra para o cliente é uma forma escalável, a qual exige profissionais treinados para desenvolver técnicas e executar o melhor atendimento ao consumidor.

Continue lendo o post para saber mais sobre o assunto!

Processo disruptivo do varejo 

Como as pessoas compram e quais fatores influenciam em suas decisões? Entender o perfil do consumidor sempre foi a questão chave dos varejistas, e com a onda da pandemia e as mudanças drásticas de comportamentos, gerou novos desafios. Mas, vamos por partes. Entender como os diferentes canais que cercam o cliente para levá-lo a compra, pode ser o primeiro passo para começar a entender a jornada do consumidor.  

Hoje, as pessoas estão cercadas de fatores que influenciam as suas compras. Uma pessoa pode começar a sua busca por um produto na Internet e finalizar a compra em uma loja física, no entanto, isso não é garantia. Talvez ela vá até a loja para experimentar o produto e acabar comprando pelo site, porque o valor era menor e tinha frete grátis. Afinal, temos que levar em conta os múltiplos canais de vendas que existem, onde os consumidores podem acessar para comparar preços e vantagens.  

A disrupção digital ampliou a experiência do consumidor e a quantidade de opções para realizar compras. Isso não significa que o varejo físico irá desaparecer, pelo contrário, as empresas estão enfrentando os desafios de ressignificar seus espaços para fazer parte dessa rede simultânea de experiências. Só que com um diferencial: levar a melhor experiência as pessoas. Conseguir utilizar o que há de melhor no contato físico através da tecnologia para se diferenciar do espaço online. 

Estamos em um ecossistema que contribui para a experiência do cliente ser diversa e a tecnologia aumentou o número de influência de compra. Para começar a entender esse universo, podemos separar a disrupção digital em duas etapas. A primeira é destrinchar a experiência do cliente em duas vertentes: física e digital. A segunda é sobre as modalidades dos canais de venda: offline e online. 

Próximo passo é relacionar essas esferas e estabelecer as conexões. Embora cada dimensão vista separadamente seja um fator crítico de sucesso para os varejistas, é essencial compreender a interação entre elas, para chegar o mais próximo possível da nossa realidade do varejo hoje. É o que nos leva a identificar quatro modelos de varejo distintos que as empresas devem gerenciar proativamente para permanecerem competitivos. Vamos analisar a figura abaixo:  

Canais de Venda vs Costumer Experience
Créditos: Imagem/reprodução adaptada e traduzida, originalmente publicada no site European Business Review.

O quadrante 1 (o tradicional “Tijolo e Argamassa”) identifica o domínio principal da maioria dos varejistas tradicionais e ainda representa a maior parte das vendas no varejo atualmente. Nesse modelo, todo o processo ocorre dentro do ambiente físico e offline. A venda é concluída na loja e o cliente é influenciado, principalmente, por uma combinação de experiência na loja, eficácia da força de vendas, design da loja e meios de comunicação tradicionais. Por outro lado, no quadrante 2 (“Webrooming”), a experiência digital influencia principalmente a decisão de compra do cliente. No entanto, a compra final ainda ocorre em um canal offline. Por outro lado, no quadrante 3 (“Showrooming”), o cliente aproveita o canal de vendas físico para experimentar o produto em primeira mão. No entanto, o cliente compra o produto online, na maioria dos casos a um preço mais baixo. Finalmente, no quadrante 4, a maioria das atenções costuma se concentrar na ascensão do modelo “Puramente baseado na Internet”, com sua experiência digital e vendas online às custas do modelo tradicional de tijolo e argamassa.

Diminuir o abismo entre os canais digitais e os consumidores

Na primeira fase da pandemia todos os varejistas uniram seus esforços para diminuir o abismo que existia entre os canais digitais (e-commerce, apps de compra, etc) e os consumidores. Importante ressaltar que esse abismo agregava tanto consumidores quanto varejistas. Como falamos acima, as vendas no varejo físico ainda representam a maior porcentagem. Segundo dados internos do Google, em uma pesquisa feita sobre o crescimento de buscas por categoria e produto, o faturamento do varejo online no Brasil antes da pandemia representava apenas entre 4% a 6%, sendo que quase a metade das empresas brasileiras faturavam menos de 10% com vendas online. 

Google Academy
Fonte: Google Academy

Considerando este primeiro impacto da pandemia, analisado entre 15 de março a 15 de abril, representou um momento para as pessoas de: redução de riscos, através de buscas por proteção e segurança com a saúde (álcool gel, máscara, sabão e papel higiênico); abastecimento (alimentos); e entretenimento (aumento de buscas por livros e assinaturas de canais de streaming). Diante de buscas intensas de compras pela internet, o que os varejistas fizeram para diminuir os problemas em seus canais digitais que atrapalhavam as finalizações das vendas? 

Houve melhorias nos aplicativos, para oferecer vantagens de compras dentro do próprio app. Com a força de vendas direcionada para o digital, os vendedores passaram a trabalhar como consultores online, exercendo uma função de proximidade com o cliente (atendimento personalizado via chat e Whatsapp). Surgiram novas oportunidades para varejistas expandirem suas categorias e passaram a vender produtos diversos. Outra solução inteligente foi transformar as lojas físicas, que estavam fechadas, em centros de distribuição, dando apoio a parte logística e escoamento dos estoques. Vimos acontecer um movimento interessante com a abertura de Marketplace para pequenos varejos, com o apoio de grandes varejistas. Juntamente a ajustes no processo final de compra, como facilidade para trocas, mais opções de pagamentos e parcelamentos, assim como incentivo a meios de pagamento sem contato, como por exemplo, pagamento por carteira digital ou por aproximação. 

Todas esses ajustes e soluções fizeram a ponte necessária para aproximar os clientes das marcas a fim de melhorar a experiência de compra pelo digital. Então, podemos dizer que estamos de fato inseridos na Transformação Digital no varejo. No entanto, seguimos em constante modificação, quanto às mudanças de comportamento dos consumidores e suas necessidades.

Analisando o segundo impacto da quarentena nas pessoas e no varejo, no período entre 15 de abril a 01 de maio, o estudo interno do Google apontou duas novas frentes de buscas. Primeiro, de acordo com a pesquisa, as pessoas passaram por um momento de adaptação, o que fez aumentar as buscas por objetos para fazer Home Office, atividades físicas indoor, móveis e telas (TV, celulares, tablet). Esta última busca revela a necessidade de ter que dividir esses aparelhos com as outras pessoas da mesma casa. 

Segundo, o estudo mostrou que dentro desta nova rotina, surgiram novos gatilhos, que levaram a uma grande procura por consoles, moda e beleza, bem-estar. Interessante dizer que Moda foi a categoria que, até então, tinha praticamente desaparecido das buscas, e agora surge novamente, ao lado de Beleza, mas ambas com outros significados: enquanto moda aparece em buscas por roupas confortáveis, como pijamas, moletom, beleza surge como entretenimento, através do “do it yourself” – tutoriais e passo a passo de cuidados com a pele ou cabelo. 

Transformação Digital: presente e futuro

Quantas mudanças foram feitas em tão pouco tempo. No entanto, continuamos rumo a novas mudanças. O varejo físico de antes da pandemia é algo inimaginável atualmente. Para a reabertura completa das lojas, após a crise, espera-se que os varejistas entreguem mais às pessoas. É de extrema importância manter esse aceleramento que estamos tendo durante a pandemia. 

Para termos uma ideia dessa transformação, no estudo interno do Google revelou que a opção “Poder retirar na loja” apareceu em 20% das respostas que essa alternativa poderia melhorar a experiência de compra online. Ou seja, mesmo após a pandemia, esse costume ainda será importante para as pessoas e pode se tornar permanente. 

Transformação Digital no varejo

Transformação Digital no varejo

O que temos pela frente? Os varejistas precisam observar cuidadosamente o presente, principalmente as mudanças na jornada do consumidor e quais são os seus objetivos: dados que são apresentados em estudos; por isso, continue buscando referências em artigos e sites especializados em varejo. 

No PDV o que não poderá faltar são as pesquisas sobre o comportamento nos canais de venda: é uma grande oportunidade para o varejista trabalhar experiências digitais na loja física a fim de colher feedbacks do consumidor. 

Gostou deste conteúdo? Confira também Como transformar o PDV em ponto de relacionamento com o cliente e inscreva-se abaixo em nossa newsletter para receber as novidades do nosso blog diretamente em seu e-mail.

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Como experiências sensoriais digitais transformam a jornada de compra no varejo físico Comentários desativados em Como experiências sensoriais digitais transformam a jornada de compra no varejo físico 653

sensory experiences in retail at Nike House of Innovation store

Experiências sensoriais estão transformando o papel das lojas físicas no varejo. Com o avanço do e-commerce e a digitalização do consumo, os espaços físicos deixaram de ser apenas pontos de venda e passaram a atuar como ambientes de conexão emocional, capazes de oferecer vivências que o online ainda não consegue reproduzir totalmente.

Em 2021, a empresa especialista em pesquisa de mercado, Opinion Box, fez um estudo que mostrou que 95% das decisões de compra do consumidor no dia a dia são tomadas com base nas suas emoções e nada melhor do que experiências marcantes para despertar tais sentimentos. 

Hoje, os consumidores querem consumir muito mais do que apenas um produto ou serviço, mas eles querem o sentimento prometido por aquela marca, aquela sensação boa e experiência memorável tida desde o primeiro contato.

Nesse cenário, investir na experiência do cliente no varejo deixou de ser um diferencial e se tornou uma estratégia essencial para atrair, engajar e converter consumidores que entendem a importância de consumir de marcas preocupadas em oferecer uma experiência única a eles.

Cada vez mais, marcas têm apostado nas experiências sensoriais no varejo, utilizando estímulos visuais, sonoros e interativos para transformar a jornada de compra dentro da loja. Com o apoio da tecnologia no ponto de venda (PDV), é possível criar ambientes mais dinâmicos, interativos e envolventes, capazes de despertar curiosidade, estimular permanência e fortalecer a conexão entre marca e consumidor.

Essa transformação tem impulsionado um novo modelo de loja, onde o espaço físico deixa de ser apenas um ponto de transação e passa a funcionar como um ambiente de descoberta, relacionamento e uso de experiências sensoriais no varejo.

Como estratégias de experiências sensoriais influenciam no comportamento e na decisão de compra 

No contexto do varejo físico experiencial, as estratégias de experiências sensoriais desempenham um papel importante na forma como os consumidores percebem o ambiente da loja e interagem com os produtos. Elementos visuais e sonoros, por exemplo, quando bem planejados, ajudam a criar experiências sensoriais no varejo capaz de despertar emoções, estimular a curiosidade e influenciar decisões ao longo da jornada de compra.

Com o apoio da tecnologia no ponto de venda (PDV), as marcas conseguem transformar o espaço físico em um ambiente mais dinâmico e envolvente, fortalecendo a experiência do cliente no varejo e o envolvendo no processo para que se conecte ainda mais com a marca. 

Ao integrar diferentes estratégias de experiências sensoriais, o ponto de venda passa a oferecer uma experiência imersiva no varejo, que vai além da simples exposição de produtos e contribui para aumentar o engajamento e o interesse do consumidor. Os mais comuns e versáteis para aplicação são:

Estímulos visuais: atraindo atenção e guiando a jornada

Os estímulos visuais costumam ser o primeiro ponto de contato entre o consumidor e o ambiente da loja. Telas digitais, vitrines interativas, projeções e conteúdos dinâmicos são exemplos de recursos que podem ser utilizados para atrair atenção e despertar interesse logo nos primeiros momentos da visita.

A tecnologia no ponto de venda permite que as marcas substituam materiais estáticos por conteúdos visuais em movimento, que destacam produtos, apresentam campanhas e reforçam a identidade da marca. Além de gerar impacto visual, esses recursos ajudam a orientar a circulação dentro da loja, destacando categorias, lançamentos ou ofertas específicas.

Quando bem planejados, os estímulos visuais contribuem para fortalecer a experiência do cliente no varejo, tornando o ambiente mais atrativo e facilitando a descoberta de produtos. Esse tipo de estratégia também reforça o conceito de varejo físico experiencial, em que o espaço da loja é pensado para estimular a exploração e a interação com o consumidor.

Estímulos sonoros: criando atmosfera e influenciando emoções

Os estímulos sonoros também exercem um papel importante na construção das experiências sensoriais no varejo. Trilhas sonoras, efeitos sonoros e ambientações acústicas ajudam a criar uma atmosfera que influencia o ritmo de permanência na loja e o estado emocional dos consumidores.

A escolha da música ambiente, por exemplo, pode reforçar o posicionamento da marca e contribuir para tornar o ambiente mais agradável e convidativo. Ritmos mais suaves podem estimular permanência por mais tempo no espaço, enquanto trilhas mais energéticas podem transmitir dinamismo e modernidade.

Quando integrados a outros recursos da tecnologia no ponto de venda (PDV), como conteúdos audiovisuais ou experiências interativas, os estímulos sonoros ajudam a construir uma experiência sensoriais no varejo. 

Dessa forma, o ambiente deixa de ser apenas funcional e passa a atuar como um elemento estratégico para fortalecer a experiência do cliente no varejo e influenciar positivamente o comportamento e a decisão de compra.

Experiências sensoriais como estratégia de marca no varejo

Mais do que um recurso estético, as experiências sensoriais no varejo, hoje, tem se consolidado como uma estratégia importante de posicionamento e construção de percepção de marca, entendendo que isso impacta diretamente na jornada de compra do cliente. 

Ao combinar elementos visuais, sonoros e interativos, as empresas conseguem criar ambientes que refletem seus valores, sua identidade e a forma como desejam se relacionar com o público. E isso gera identificação, fator essencial para fidelização de clientes dentro de uma marca, 

Dentro deste contexto, não podemos deixar de falar sobre o conceito de Store Living, que propõe transformar a loja em um espaço vivo, híbrido e multifuncional. Em vez de apenas expor produtos, o ambiente passa a estimular a convivência, interação e descoberta, reforçando o papel do varejo físico experiencial como um espaço de relacionamento entre marca e consumidor.

A integração entre tecnologia no ponto de venda e estratégias de experiências sensoriais permite que as lojas ofereçam experiências cada vez mais envolventes. Essa abordagem fortalece a experiência do cliente no varejo, criando conexões emocionais que vão além da compra e contribuem para construir percepções positivas e duradouras sobre a marca.

Assim, a experiência sensorial no varejo deixa de ser apenas um elemento de ambientação ou uma forma diferente de apresentar seus produtos/serviços, e passa a fazer parte da estratégia de branding e diferenciação das empresas.

Impactos das experiências sensoriais no varejo: engajamento, permanência e conversão 

Investir em experiências sensoriais no varejo não gera impacto apenas na percepção da marca, mas também nos resultados do negócio. Ambientes mais envolventes tendem a aumentar o tempo de permanência dos consumidores dentro da loja, o que amplia as oportunidades de interação com produtos e conteúdos.

Uma outra pesquisa também feita pela Opinion Box, em parceria com a Octadesk, plataforma de atendimento, mostrou que mais de 87% dos consumidores participantes, valorizam uma boa experiência, e não só a de atendimento, na hora de consumir de uma marca. 

Esse dado reforça como o oferecimento de uma experiências sensoriais impactam diretamente na percepção do consumidor e na decisão de compra do mesmo. Tal estratégia, quando aliada à tecnologia no ponto de venda (PDV), contribui para elevar o nível de engajamento do consumidor. 

Recursos interativos, conteúdos digitais e ambientações imersivas estimulam a curiosidade e incentivam a exploração do espaço, fortalecendo a experiência do cliente no varejo. Esse cenário favorece indicadores importantes para o desempenho das lojas físicas, como aumento do fluxo, maior permanência no ambiente e crescimento nas taxas de conversão. 

Ao criar uma experiência sensoriais no varejo, as marcas conseguem transformar a visita à loja em um momento mais envolvente e memorável, o que contribui tanto para a decisão de compra quanto para a fidelização do consumidor.

O futuro do varejo físico: mais imersivo, conectado e experiencial 

O avanço das tecnologias digitais e a mudança no comportamento do consumidor apontam para um futuro em que o varejo físico experiencial se tornará cada vez mais relevante. As lojas deixarão de ser apenas espaços de venda para se consolidarem como ambientes de relacionamento, descoberta e conexão com as marcas.

Nesse cenário, a tecnologia no ponto de venda (PDV) continuará desempenhando um papel central, permitindo integrar estratégias de experiências sensoriais, conteúdos interativos e dados de comportamento do consumidor para aprimorar continuamente a experiência do cliente no varejo.

A tendência é que as marcas invistam cada vez mais em ambientes capazes de oferecer uma experiência sensorial no varejo, onde o consumidor possa explorar produtos, interagir com conteúdos e vivenciar a proposta da marca de forma mais profunda.

À medida que essas estratégias evoluem, as experiências sensoriais no varejo se consolida como um elemento fundamental para o futuro das lojas físicas, reforçando seu papel como espaços de experiência, conexão e valor para consumidores e marcas.

Se manter atualizado acerca deste tema é importantíssimo para entender o que pode ser encaixado dentro do seu negócio, por isso, continue a acompanhar os próximos conteúdos do blog Alice Wonders, ainda há muito para trocarmos acerca deste assunto e muitos outros que podem contribuir para a sua marca. 

 

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#WonderNews: Tecnologia sensorial; Esquenta NRF; Pop-up imersivo (e muito mais!) Comentários desativados em #WonderNews: Tecnologia sensorial; Esquenta NRF; Pop-up imersivo (e muito mais!) 1378

Bem-vindo à #WonderNews: a newsletter da Alice Wonders que conecta você às principais tendências de tecnologia, design, arquitetura e experiências sensoriais com foco no cliente e no fortalecimento da marca para as lojas físicas, no Brasil e no mundo.

Em um mercado de consumo cada vez mais dinâmico, essas áreas desempenham um papel essencial na construção de espaços e interações que encantam e criam conexões emocionais com os clientes.

Pensando nisso, acompanhe insights valiosos, inovações e ideias que inspiram transformações e potencializam o sucesso das marcas. Pegue seu café e aproveite a leitura ☕️


Esquenta NRF: O que tem de novo em NY?

O varejo global não para de se reinventar e Nova York continua sendo o palco onde o futuro ganha forma primeiro. Do luxo ao tech, do sensorial ao imersivo, selecionamos novidades que mostram para onde o mercado caminha.

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tm.rw: Um novo varejo sensorial para a tecnologia

A tm:rw está quebrando todos os paradigmas do varejo tradicional e trazendo uma experiência única para seus consumidores em pleno coração de Nova York.

Mais do que uma loja, é um espaço sensorial e interativo, onde a tecnologia se conecta de forma prática e emocionante com o público.

Com mais de 140 marcas, a tm:rw oferece um playground onde os consumidores podem interagir com as mais novas inovações, desde realidade virtual até bem-estar. Não é só sobre comprar, é sobre viver a experiência!

“Como um centro para pensadores inovadores, disruptores e criadores, nosso modelo experiencial prepara o cenário para novas ideias, centralizando a descoberta e a experiência. Cada ativação de marca não é uma simples exposição de estoque, mas um momento de narrativa distinta e interativa” explicou Jordan Traxler, Diretor Global de Marketing

Essa loja está transformando a jornada de compra e mostrando como as marcas podem ir além da simples venda de produtos através da tecnologia — elas podem criar experiências memoráveis!

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✨ Dior eleva o padrão do varejo de luxo em Nova York

A nova flagship da Dior, House of Dior, reabriu com um projeto imersivo que reflete todo o prestígio e sofisticação da marca. Localizada na icônica Madison Avenue, em Nova York, a loja foi repaginada pelo renomado arquiteto Peter Marino, trazendo um ambiente de alto nível e com cada detalhe pensando em exaltar a essência da marca.

  • Instalação única de vitrine: Uma floresta encantada com criaturas feitas de materiais reciclados, homenageando a rica herança botânica da Dior.
  • Espaço feminino e masculino harmoniosos: Ambientes refinados com materiais como madeira de carvalho, móveis sob medida e obras de arte exclusivas.
  • Coleções exclusivas e personalização: A loja oferece não apenas as cobiçadas peças, mas também serviços de personalização e atendimento VIP, incluindo o primeiro Dior Spa nos Estados Unidos.
  • Dior Maison: Ao lado da flagship, a primeira boutique independente da Dior, com itens exclusivos de decoração para a casa, como vasos, bandejas e castiçais.

Essa transformação mostra como o varejo pode ser mais que uma loja – pode ser uma experiência imersiva que conecta clientes à marca de forma única.

 


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20 anos de inovação no mundo das fragrâncias: A Escentric Molecules na Liberty

Para comemorar seu 20º aniversário, a Escentric Molecules criou uma experiência pop-up imersiva no icônico Liberty London, levando os visitantes a uma jornada única por sua história e inovação.

A instalação se estende por cinco andares, convidando os clientes a mergulharem no universo da marca de uma forma sensorial e totalmente nova. Desde a experiência de combinar aroma e cor, onde você pode descobrir sua fragrância pessoal, até os fascinantes displays de ferrofluido que representam o movimento das moléculas, tudo foi pensado para envolver o público de forma emocional através da tecnologia.

Para tornar a experiência ainda mais especial, o perfumista e fundador da marca, Geza Schoen, estará na loja oferecendo consultas exclusivas e compartilhando seus insights sobre o processo criativo por trás das fragrâncias que marcaram a história da Escentric Molecules.

Celebrando 20 anos de inovação, a marca continua a desafiar os limites da perfumaria, e essa instalação oferece aos visitantes a oportunidade de vivenciar de perto essa visão única.


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A magia do varejo em Pequim com a HOKA

A HOKA está arrasando com sua pop-up store em Pequim, destacando-se em um mercado dominado por marcas como Nike e Adidas. A marca americana, que cresceu nos últimos anos, trouxe uma nova visão para o esporte e moda urbana, com seus produtos agora sendo usados no dia a dia de todos, de advogados a corredores amadores.

A loja é fachada, chamando a atenção e convidando os passantes a entrar. Seu interior é focado no produto, com uma iluminação que envolve o cliente e a integração impressionante de telas LED e tecnologia que traz mais dinamismo à experiência. A HOKA não só vende tênis, mas cria uma experiência única para quem passa por lá.

HOKA, parabéns pela inovação!


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Freitag chega ao Dover Street Market Ginza!

A marca suíça de bolsas Freitag acaba de abrir seu primeiro pop-up dentro do icônico Dover Street Market, em Tóquio. Chamado de Freitag Mini Market, o espaço foi inspirado em um supermercado de frutas frescas e conta com prateleiras reaproveitadas que reforçam o compromisso da marca com circularidade e design engenhoso.

Como sempre, cada bolsa e mochila Freitag é única, feita a partir de lonas de caminhão reutilizadas. O resultado é um mercado efêmero que une autenticidade, estilo e inovação — e que se encaixa perfeitamente no universo criativo do DSM Ginza.


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