Por que utilizar o Marketing de Experiência na sua empresa? Comentários desativados em Por que utilizar o Marketing de Experiência na sua empresa? 954

Marketing de experiência

Em um mundo cada vez mais saturado de ofertas, o que realmente conquista o consumidor são as experiências que ele vive com uma marca, que vão além de um bom atendimento ou suporte, quando necessário. 

O Marketing de Experiência cria conexões emocionais profundas, torna momentos cotidianos em vivências memoráveis e transforma consumidores em verdadeiros fãs. 

Não é à toa que diversas áreas do mercado começaram a se desenvolver para focar na experiência do usuário, como o design UX (User Experience), que se trata de uma abordagem focada em criar experiências positivas e eficientes para os usuários.

Dentro disso, entendemos que o marketing de experiência é uma abordagem estratégica que tem como principal objetivo proporcionar aos consumidores uma experiência única, memorável e emocionalmente envolvente com uma marca ou produto. 

Este modelo de marketing tem ganhado destaque devido à sua eficácia e inovação na hora de criar um relacionamento mais próximo e duradouro com os consumidores. Por isso, hoje vamos explorar como essa abordagem inovadora está mudando a forma como as empresas se relacionam com seu público, construindo laços duradouros.

O Marketing de Experiência e sua importância no mercado

Antes de qualquer coisa, precisamos entender que o marketing de experiência é muito mais do que uma simples ideia, trata-se de uma estratégia que vai além da promoção de produtos, focando na criação de experiências inesquecíveis para os consumidores.

Quando falamos do marketing de experiência, falamos de um tipo de comunicação que se diferencia das abordagens convencionais já vistas no mercado, que geralmente se concentram apenas em transações ou promoções de vendas.

Aqui, falamos de inovação, da entrega de um momento que não se limita a tela de um celular ou computador, mas cria e dá vida a experiência de compra de um cliente, que se lembrará para sempre da marca que aposta nisso. 

Pensando no cenário atual do mundo e do mercado, os consumidores não buscam apenas produtos ou serviços, mas experiências que se conectem com suas emoções, com sua rotina, personalidade e estilo de vida.

Tudo isso porque a experiência do cliente se tornou um fator-chave na decisão de compra, comparável ou até mais importante do que o próprio preço. Dentro de um site, o design ux, por exemplo, é um fator importantíssimo para a decisão de compra, já no mundo offline outros aspectos são valorizados, como: 

  • Inovação e Tecnologia;
  • Autenticidade e Transparência;
  • Sustentabilidade e Responsabilidade Social;
  • Personalização;
  • Qualidade e Durabilidade;
  • Recomendações e Avaliações;
  • Entre outros pontos. 

Apostando no marketing de experiência, sua empresa se beneficia de diversas maneiras, criando laços emocionais com os clientes e, portanto, maior lealdade à marca. Sem contar no aumento do engajamento com a marca, resultando em maior satisfação do cliente.

Além disso, aumenta o impacto das boas experiências e do marketing boca a boca, que é essencial para atrair novos clientes e melhorar a reputação da empresa. Tudo isso pode destacar a sua marca em um mercado competitivo, tornando o seu negócio mais memorável.

4 motivos para apostar no marketing de experiência na sua empresa

Agora que você já entende sobre a importância do marketing de experiência, selecionamos alguns motivos pelos quais você pode e deve apostar nessa estratégia, caso deseje uma marca que trabalhe pela inovação e impacto no mercado: 

1. Criação de conexões emocionais com o consumidor

Quando uma empresa consegue envolver seus clientes de forma emocional, ela não só promove a lealdade, mas também transforma consumidores em defensores da marca. 

Vamos ver isso na prática? Durante diversos momentos de sua história, a Coca-Cola apostou na personalização de garrafas com nomes populares. E, em 2019, a marca voltou a personalizar as garrafas e incentivou os consumidores a “compartilhar uma Coca com um amigo”, criando uma interação direta e emocional no ponto de escolha. Veja:

Ao invés de focar apenas em campanhas digitais ou comerciais, a marca ofereceu uma experiência que estava profundamente enraizada no mundo físico, permitindo que os consumidores comprassem e trocassem garrafas com nomes personalizados.

A campanha foi um sucesso global, mostrando como uma experiência simples e pessoal no ponto de escolha pode criar um vínculo forte entre a marca e os consumidores, superando a necessidade de um foco exclusivo no digital.

Essa conexão emocional resulta em uma maior fidelidade e engajamento do público para com a marca, o que é crucial em um mercado onde os consumidores estão cada vez mais exigentes e seletivos no momento da procura e compra.

2. Diferenciação em um mercado saturado

Com tantas opções de produtos e serviços disponíveis, as empresas precisam se destacar para atrair e reter clientes. O marketing de experiência oferece uma maneira de criar uma proposta única que vai além do produto ou serviço em si. 

Por meio de eventos, ativações criativas, personalização e um atendimento de qualidade, a marca pode se diferenciar de seus concorrentes. Um ótimo exemplo disso é a Apple e sua campanha em lojas físicas, quando lançam uma novidade.

A Apple, por diversas vezes, transformou suas lojas ao redor do mundo em centros de experiência, onde os consumidores não apenas compravam os produtos, mas também participavam de workshops e sessões de treinamento, além de experimentarem o uso de dispositivos de maneira interativa. 

As lojas da Apple são desenhadas para promover um ambiente acolhedor e acessível, com os consumidores podendo tocar nos produtos, interagir com especialistas da marca e aprender sobre as funcionalidades de maneira personalizada.

Ao criar um espaço onde os consumidores podem realmente experimentar a marca de forma sensorial e com a assistência de especialistas, a Apple demonstrou que a experiência fora do digital pode ser altamente eficaz na criação de um vínculo duradouro com os clientes, incentivando a lealdade e a satisfação.

Experiências inovadoras e positivas fazem com que a empresa se torne inesquecível para os consumidores. Essa diferenciação pode ser decisiva na escolha de uma marca, principalmente em mercados saturados onde os consumidores têm múltiplas alternativas.

3. Aumento do valor percebido da marca

Investir em experiências de alta qualidade eleva o valor percebido do produto ou serviço. Quando uma empresa oferece mais do que um simples produto, ela adiciona valor à percepção do cliente, que começa a associar a marca a algo premium, exclusivo e inovador. 

Trazendo isso para a realidade, vamos resgatar o caso da National Geographic, que utilizou a realidade aumentada para criar uma experiência imersiva em Londres, transformando uma praça de shopping em um ambiente mágico, onde as pessoas podiam interagir virtualmente com golfinhos, chitas e dinossauros. Clique AQUI e confira!

Essa ação surpreendeu e encantou o público, conectando a marca a sensações de inovação, diversão e descoberta. Trata-se de um exemplo poderoso de marketing de experiência, pois cria momentos memoráveis e engajadores que fortalecem o vínculo emocional com os consumidores. 

Sem contar que todo esse processo ainda auxilia no aumento do valor percebido da marca, posicionando-a como criativa, visionária e alinhada com tecnologias inovadoras que proporcionam experiências únicas no mercado.

4. Geração de boca a boca e marketing viral

Uma das maiores vantagens do marketing de experiência é o potencial de comentários positivos e marketing viral. Quando os consumidores têm uma experiência extraordinária, eles compartilham isso com seus amigos, familiares e seguidores nas redes sociais. 

Um case que nos ensina muito sobre isso é o da marca The North Face, que realizou uma campanha de marketing experiencial que começou com uma simulação de realidade virtual, onde os participantes usavam óculos VR para vivenciar um passeio de trenó puxado por cães. 

Surpreendentemente, durante a experiência, a marca transformou a simulação em realidade: os consumidores foram colocados em um trenó real, com cães de verdade, proporcionando uma vivência autêntica e inesperada. Veja: 

Essa estratégia combinou tecnologia e experiência real para criar uma conexão emocional profunda com os participantes, destacando a essência aventureira da marca. O ocorrido, é claro, deve ter sido pauta de muitas conversas entre amigos e familiares. 

Todos esses exemplos e motivos provam que o marketing de experiência não só transforma a relação com os consumidores, tornando-a mais profunda e significativa, mas também proporciona vantagens competitivas duradouras. 

Ao criar momentos impactantes e memoráveis, as empresas podem aumentar a fidelidade, impulsionar a diferenciação, melhorar a percepção de valor, gerar marketing boca a boca e ainda coletar dados essenciais para aprimorar continuamente suas ofertas.

O futuro do Marketing de Experiência

Por mais incerto que o futuro seja para todo o mundo, a discussão sobre as tendências futuras no marketing de experiência, como a personalização ainda mais profunda, a experiência omnichannel, e a integração com tecnologias inovadoras, é um debate que cresce a cada dia.

Isso porque, em um mundo onde a simples transação já não é suficiente, o marketing de experiência se destaca como a chave para criar conexões reais e duradouras com o bem mais valioso do mercado: as pessoas.

Ao transformar cada interação em uma vivência única, as marcas não apenas conquistam a lealdade dos consumidores, mas também os envolvem de maneira emocional, gerando um impacto que vai além do produto. 

Hoje, o marketing de experiência não é apenas uma tendência, mas uma necessidade. As marcas que investem em criar experiências memoráveis são aquelas que conquistam a lealdade, se destacam e prosperam.

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O que ainda vai transformar o varejo em 2026: tendências para o segundo semestre Comentários desativados em O que ainda vai transformar o varejo em 2026: tendências para o segundo semestre 196

Loja imersiva com design futurista, iluminação digital e exposição de produtos, representando as tendências de inovação e experiência no varejo em 2026.

Metade do ano já passou e muitas tendências foram trabalhadas no mercado do varejo, mas também ainda existe muita coisa nova para vir. Em 2026, a experiência se consolidou como um dos principais diferenciais competitivos do varejo. Cada interação passou a representar uma oportunidade de fortalecer vínculos, gerar lembrança de marca e construir relacionamentos duradouros com os consumidores.

Ao longo dos últimos anos, o comportamento do público se tornou mais exigente, conectado e seletivo. As pessoas buscam conveniência, personalização e, principalmente, experiências que façam sentido para suas rotinas e valores. Nesse cenário, acompanhar as transformações do mercado deixou de ser uma questão de inovação e passou a ser uma estratégia essencial para manter a relevância da marca.

No entanto, acompanhar tendências não significa apenas seguir modismos. O verdadeiro desafio está em compreender quais movimentos refletem mudanças estruturais no comportamento do consumidor e como eles podem ser incorporados de forma coerente à identidade da empresa.

Pensando nisso, no artigo de hoje iremos abordar algumas das tendências que prometem trazer impactos significativos para o segundo semestre deste ano, no setor do varejo, e como você pode se inspirar nelas para criar novas campanhas, experiências e inovações para o seu negócio e seu público. Vamos lá! 

O que marcou o primeiro semestre de 2026

Para começo de conversa, é importante entendermos que os primeiros meses do ano de 2026 foram marcados pela consolidação de tendências que já vinham ganhando força e que mostraram resultados concretos tanto para consumidores quanto para as empresas.

A inteligência artificial, por exemplo, deixou de ser apenas uma ferramenta operacional e passou a atuar diretamente na experiência do cliente. Recomendações hiperpersonalizadas, assistentes inteligentes, jornadas de compra adaptadas em tempo real e análises preditivas permitiram que marcas entregassem interações muito mais relevantes e eficientes.

Outro destaque foi a evolução do conceito phygital. A integração entre canais físicos e digitais tornou a jornada mais fluida, permitindo que consumidores transitassem entre aplicativos, redes sociais, e-commerce e lojas físicas praticamente sem perceber barreiras. A experiência passou a ser contínua, independentemente do ponto de contato escolhido.

Também ganharam espaço os ambientes comerciais voltados para permanência e convivência. Muitas lojas deixaram de ser apenas locais de compra para se transformarem em espaços de descoberta, relacionamento e construção de comunidade, investindo em eventos, ativações, cafés, workshops e áreas dedicadas à interação entre consumidores e marcas.

Esses movimentos reforçam um ponto importante: quanto maior o valor percebido na experiência, menor tende a ser a disputa baseada exclusivamente em preço. Hoje, o consumidor ainda leva o preço em consideração na hora de comprar, mas o que tem, de fato, valor para ele e que o marcará naquele espaço será a experiência.

3 tendências que prometem transformar o segundo semestre

São muitas as novidades que estão chegando no segmento do varejo e que prometem transformar a experiência do consumidor. Um ponto importante e em comum entre essas tendências é o uso e incentivo à tecnologia, que é uma grande aliada quando falamos da construção de boas experiências. 

Sendo assim, selecionamos 3 tendências que prometem transformar o segundo semestre de 2026 e que você pode usar de inspiração para novidades no seu espaço. Confira: 

1. Lojas multifuncionais e experiências imersivas

O conceito de loja continua passando por uma transformação significativa. Cada vez mais, os espaços físicos deixam de cumprir apenas uma função comercial para assumirem múltiplos papéis dentro da estratégia das marcas.

Além da venda de produtos, as lojas passam a oferecer ambientes para eventos, lançamentos, demonstrações, coworking, produção de conteúdo, workshops e experiências sensoriais que estimulam a permanência do consumidor.

Esse movimento fortalece o chamado retailtainment, combinação entre varejo e entretenimento, tornando a visita à loja uma experiência memorável e ampliando as oportunidades de relacionamento entre marca e público.

2. Personalização baseada em inteligência artificial

Se nos primeiros meses do ano a IA já havia ganho um grande protagonismo no mercado, no segundo semestre ela tende a se tornar ainda mais sofisticada. Veremos a IA não como uma ameaça ao mercado, mas como uma grande aliada na rotina de trabalho e na experiência do consumidor. 

A evolução das ferramentas permitirá compreender preferências individuais com muito mais precisão, oferecendo comunicações, ofertas, layouts de loja, recomendações e experiências adaptadas ao perfil de cada consumidor.

Mais do que automatizar processos, a inteligência artificial passa a apoiar decisões estratégicas sobre experiência do cliente, permitindo que marcas antecipem necessidades e criem jornadas muito mais relevantes e eficientes.

3. Comunidades de marca como estratégia de fidelização

As marcas que conseguem criar senso de pertencimento tendem a conquistar relações mais duradouras com seus consumidores. Por isso, uma das principais apostas para o segundo semestre é o fortalecimento das comunidades de marca. 

Em vez de focar apenas na venda de produtos, empresas passam a investir em programas de relacionamento, eventos exclusivos, grupos de interesse, experiências colaborativas e espaços onde clientes compartilham valores, interesses e histórias.

Nesse contexto, o design das lojas também ganha um novo papel. Os ambientes deixam de ser apenas funcionais e passam a incentivar encontros, conversas e interações espontâneas, tornando a experiência física um importante ponto de conexão emocional.

O resultado da aplicação de tais tendências é uma relação menos transacional e muito mais baseada em identificação, confiança e recorrência junto ao seu público. Dessa forma, você consegue acompanhar o que tem de novo no mercado e adaptar tais novidades à essência do seu negócio. 

Lembre-se: tendências devem fortalecer a identidade da marca

O segundo semestre de 2026 promete consolidar um varejo ainda mais centrado nas pessoas, na tecnologia e nas experiências significativas. No entanto, acompanhar tendências não significa incorporá-las indiscriminadamente.

É sempre importante lembrarmos que nem toda inovação faz sentido para todas as empresas. Quando adotadas apenas porque estão em alta, as tendências podem gerar experiências desconectadas da identidade da marca e criar uma comunicação inconsistente com o público.

Por isso, antes de implementar qualquer novidade ou tendência do mercado no seu negócio, é fundamental avaliar se ela dialoga com o propósito da empresa, se reforça os seus valores e realmente atende às expectativas dos consumidores.

As tendências passam. Marcas com posicionamento consistente permanecem. E são justamente aquelas que conseguem equilibrar inovação, autenticidade e experiência que estarão mais preparadas para construir relacionamentos sólidos e relevantes no futuro do varejo.

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Tecnologia invisível: o novo papel do digital na experiência do consumidor  Comentários desativados em Tecnologia invisível: o novo papel do digital na experiência do consumidor  302

Ambiente de varejo com tecnologia invisível integrada ao espaço para criar uma experiência do consumidor mais fluida e imersiva.

Você já ouviu falar sobre a tecnologia invisível? Durante décadas, a tecnologia foi apresentada no varejo como um diferencial visível. Seja através de telas interativas, totens digitais, espelhos inteligentes e outras inovações ocupavam o centro das atenções, funcionando como elementos capazes de atrair consumidores e demonstrar o potencial tecnológico das marcas. 

Em muitos casos, o próprio recurso tecnológico se tornava a experiência. No entanto, à medida que consumidores e empresas amadureceram sua relação com o digital, esse cenário começou a mudar. Hoje, o valor da tecnologia já não está necessariamente em sua capacidade de impressionar, mas sim em sua habilidade de simplificar processos, eliminar barreiras e tornar as interações mais naturais.

Essa transformação acompanha a evolução do próprio varejo experiencial, que deixou de buscar apenas o encantamento pontual para construir jornadas mais fluidas, relevantes e centradas nas necessidades das pessoas. Nesse contexto, o design de loja também assume um novo papel, integrando soluções físicas e digitais de forma quase imperceptível para o consumidor.

É nesse cenário que surge o conceito de tecnologia invisível. Trata-se de um modelo em que sistemas, dados e automações atuam nos bastidores para melhorar a jornada do consumidor no varejo, sem exigir esforço adicional ou chamar atenção para si mesmos. A tecnologia continua presente, mas deixa de ser protagonista para atuar como facilitadora.

A mudança faz sentido diante das novas expectativas dos consumidores. Hoje, eles esperam experiências integradas entre canais, atendimento ágil, personalização relevante e processos sem atritos. Em outras palavras, o consumidor busca uma experiência imersiva no varejo que seja intuitiva, conveniente e consistente, independentemente do ponto de contato com a marca.

Pensando nisso, hoje iremos entender mais sobre o conceito de tecnologia invisível, como ela está sendo aplicada dentro do varejo através de ferramentas e inovações, bem como ela pode impactar diretamente e positivamente na experiência do consumidor. 

O que é tecnologia invisível na experiência do consumidor?

Para começo de conversa, precisamos entender que a tecnologia invisível pode ser compreendida como o conjunto de recursos digitais que atua nos bastidores para tornar a experiência mais fluida, personalizada e eficiente. 

Diferentemente das inovações criadas para chamar atenção, sua principal característica é funcionar de forma discreta, apoiando a experiência sem interromper a interação do consumidor. 

Sistemas de gestão, integração de dados, automação e inteligência artificial no varejo trabalham continuamente para conectar informações, interpretar comportamentos e oferecer experiências mais relevantes ao longo da jornada do consumidor no varejo.

No contexto do varejo experiencial, essa abordagem permite que o consumidor encontre produtos com mais facilidade, receba recomendações alinhadas aos seus interesses e transite entre canais físicos e digitais sem atritos. 

Ao integrar dados e processos, a tecnologia reduz etapas desnecessárias, diminui filas, evita a repetição de informações e cria uma experiência mais consistente em todos os pontos de contato com a marca. Além disso, quando alinhada ao design de loja, ela contribui para facilitar a navegação, a localização de produtos e o acesso a informações, tornando a experiência ainda mais intuitiva. A eficiência da tecnologia invisível está baseada em pilares como:

  • Conveniência;
  • Integração;
  • Personalização;
  • Agilidade;
  • Humanização. 

Enquanto a inteligência artificial no varejo ajuda a compreender necessidades e oferecer interações mais relevantes, sistemas conectados garantem continuidade durante toda a jornada do consumidor no varejo. 

O resultado é uma experiência imersiva no varejo que combina eficiência operacional com conexão emocional, reforçando o papel do varejo experiencial na criação de ambientes mais fluidos, humanos e centrados nas necessidades do consumidor.

RFID, IA e automação: a tecnologia invisível nos bastidores

O conceito da tecnologia invisível está mais presente do que podemos imaginar e perceber dentro dos espaços físicos e no varejo como um todo. Por isso, selecionamos alguns exemplos que farão com que todo esse conceito fique ainda mais claro e ganhe mais vida para você, confira:

RFID e a visibilidade do estoque em tempo real

Entre as tecnologias que representam melhor a tecnologia invisível, está o RFID (Radio Frequency Identification). Por meio de etiquetas inteligentes e leitores específicos, o RFID permite monitorar produtos em tempo real, oferecendo maior precisão na gestão de estoque e visibilidade sobre movimentações de mercadorias.

Para as empresas, os benefícios incluem redução de perdas, maior controle operacional e reposição mais eficiente. Já para os consumidores, os impactos aparecem de forma indireta, mas extremamente relevante.

Quando um produto está disponível no momento da compra, quando o estoque online reflete a realidade da loja física ou quando a retirada ocorre sem problemas, a experiência é aprimorada. Embora o cliente dificilmente perceba o RFID em funcionamento, ele percebe seus resultados.

Essa eficiência contribui diretamente para o fortalecimento do varejo experiencial, permitindo que a marca entregue uma experiência consistente e confiável ao longo da jornada do consumidor no varejo.

Inteligência artificial aplicada à jornada de compra

A inteligência artificial é um dos principais exemplos de tecnologia invisível no varejo. Embora esteja presente em diversas interações, ela atua nos bastidores, analisando dados e antecipando necessidades sem exigir ações do consumidor. A inteligência artificial já não é mais uma novidade no mercado e, muito menos no varejo. Ela vem se consolidando como uma das principais ferramentas para aprimorar a experiência do consumidor e sua aplicação vai muito além dos conhecidos chatbots. 

Atualmente, algoritmos são capazes de analisar grandes volumes de dados para identificar padrões de comportamento, antecipar demandas e personalizar interações em escala. As recomendações inteligentes são um dos exemplos mais conhecidos. Com base em histórico de compras, preferências e comportamento de navegação, os sistemas conseguem sugerir produtos com maior potencial de interesse.

Outra aplicação importante da inteligência artificial no varejo está no atendimento assistido. Em vez de substituir completamente o fator humano, a tecnologia oferece suporte para que equipes tenham acesso mais rápido a informações relevantes.

Quando utilizada de forma estratégica, a inteligência artificial no varejo fortalece tanto a eficiência operacional quanto a personalização, dois elementos essenciais para uma experiência imersiva no varejo.

Automação operacional e eficiência invisível

Grande parte da experiência do consumidor é impactada por processos que ele nunca vê. Reposição de A tecnologia invisível também está presente na automação operacional, responsável por tornar o varejo mais eficiente sem aparecer para o consumidor. Grande parte da experiência do consumidor é impactada por processos que ele nunca vê. Reposição de estoque, gestão logística, processamento de pedidos e monitoramento de inventário são apenas alguns exemplos de atividades que influenciam diretamente a qualidade da experiência.

A automação dentro desse meio, permite que essas operações aconteçam com mais precisão e velocidade. Como resultado, produtos chegam mais rapidamente, estoques permanecem atualizados e falhas são reduzidas.

A combinação entre automação, design de loja e integração de sistemas cria ambientes mais eficientes tanto para clientes quanto para colaboradores. Enquanto a tecnologia assume tarefas repetitivas, as equipes podem dedicar mais tempo ao atendimento consultivo e ao relacionamento.

Você provavelmente conhece essas tecnologias e até mesmo vive elas dentro do varejo, mas talvez, nunca as tenha percebido de fato. Esses são apenas alguns exemplos que nos mostram como a tecnologia pode estar invisível no varejo, mas como sua presença é extremamente importante para a experiência do consumidor. 

O futuro da experiência do consumidor será cada vez mais humano

À medida que a transformação digital avança, a tecnologia invisível deixa de ser protagonista para atuar como facilitadora de conexões mais humanas e relevantes. No varejo experiencial, seu papel não é impressionar consumidores, mas eliminar barreiras, simplificar processos e criar interações mais fluidas ao longo da jornada do consumidor no varejo.

Nesse contexto, o design de loja também evolui para integrar recursos físicos e digitais de forma natural, favorecendo conforto, descoberta e conveniência. Para as marcas, o desafio não está em adotar tecnologias apenas por serem inovadoras, mas em utilizar soluções capazes de resolver problemas reais e gerar valor para o consumidor. 

Ferramentas como inteligência artificial no varejo, automação, RFID e omnicanalidade tornam-se mais eficazes quando trabalham nos bastidores para oferecer experiências simples, personalizadas e eficientes.

O futuro pertence às empresas que conseguem equilibrar tecnologia e relacionamento, utilizando a inovação para otimizar o tempo e seus processos e para potencializar os resultados, e não substituir, as conexões humanas. 

Afinal, uma verdadeira experiência imersiva no varejo é construída pela combinação entre eficiência operacional, atendimento qualificado e um design de loja pensado para acompanhar as expectativas do consumidor. Quando isso acontece, o cliente não se lembra da tecnologia utilizada, mas da qualidade da experiência e da sua jornada do consumidor no varejo.

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