Como a música influencia no comportamento de compra? Comentários desativados em Como a música influencia no comportamento de compra? 20957

A experiência que um cliente vive no ponto de vendas é o fator mais importante para torná-lo um consumidor fiel. O comportamento de compra é como um grupo de pessoas, ou um indivíduo, escolhem aquilo que desejam adquirir ou que loja pretendem frequentar.

O comportamento é moldado por nossas experiências e nos acompanha pela vida.

Fatores ambientais, econômicos, tecnológicos, políticos e culturais são alguns dos motivos que provocam mudança no comportamento de compra, mas há coisas que toda marca bem-sucedida pode fazer no PDV para influenciar positivamente a decisão de compra.

Hoje vamos abordar a música, um fator ambiental para fazer com que as compras sejam mais prazerosas para o seu cliente.

Como a música influencia no ponto de vendas?

As músicas de fundo, que ouvimos em shoppings e supermercados, não estão ali apenas porque o empreendedor ou os funcionários gostam delas. Embora ainda existam ambientes que toquem canções sem segundas intenções (como lojas de bairro e pequenos mercados que não têm forte concorrência em suas regiões), a maioria das empresas opta pela música como estratégia.

Na hora de escolher o que é tocado é preciso pensar bem. A música nos locais de compra tem tanto benefício quanto prejuízo. Sons podem fazer com que seu consumidor se apaixone pela loja e compre mais, pois, se sentem bem naquele ambiente. Mas também conseguem provocar uma reação visceral nas pessoas que detestam um determinado ritmo ou se sentem expostas demais a uma banda.

Mesmo considerando quem não gosta de ouvir músicas no ponto de venda, ainda assim teremos uma porção de resultados positivos para as empresas que escolhem tocá-las. Conheça alguns estudos publicados pela Business Insider para explicar como e por que as músicas geram vendas no varejo.

A música deve contemplar o público-alvo

Areni & Kim, dois pesquisadores de comportamento, descobriram em 1993 algo que deveria nos parecer óbvio: são mais bem-sucedidas as empresas que escolhem a música certa para promover seus produtos junto aos clientes.

É por isso que, ao longo de seu levantamento, notaram que usar música clássica para vender mais em lojas de vinho é melhor do que tocar os hits mais pops na Billboard. O uso de sons como os feitos por Beethoven e Chopin também têm outro grande benefício: eles aumentam o ticket médio. Clientes que compram com essas trilhas ao fundo se sentiam mais inclinados a adquirir garrafas de vinho de maior valor.

Restaurantes com música clássica também vendem mais que aqueles que não possuem nenhuma trilha sonora. O único “porém” detectado nas pesquisas foi que esse tipo de música pode afastar clientes que a associam com um público de renda elevada.

Músicas nos indicam o que comprar

Também concentrando-se nos varejistas de vinho, os pesquisadores North, Hargreaves & McKendrick descobriram que a música pode influenciar exatamente que produtos pegar nas prateleiras. Quem ouve títulos franceses está mais propenso a comprar vinhos da França e o mesmo acontece com a música italiana, espanhola e alemã.

Curiosamente, o mesmo estudo também nos mostra como as músicas de espera nos serviços de atendimento por telefone são tão populares. Desde que começaram a ser utilizadas, boa parte das marcas perceberam que conseguiam fazer os clientes ficarem conectados às linhas por mais tempo.

Andamentos diferentes provocam reações diferentes

Músicas mais leves, como as que servem como plano de fundo de “lounges” e “spas” trazem resultados incríveis também no comércio varejista.

É que elas fazem com que o consumidor se demore e compre mais. Segundo os experts Milliman, Caldwell & Hibbert, músicas mais calmas nos deixam com a percepção de que não passamos tanto tempo assim na loja.

Já as canções mais rápidas funcionam melhor para estabelecimentos em particular, como supermercados. Quanto mais velozes, agitadas e “pra cima” forem essas trilhas sonoras, mais rapidamente os clientes passaram pela loja, mas isso não fará com que o ticket médio diminua. Apenas que mais pessoas sejam atendidas.

O que fazer para montar uma trilha para a loja?

Agora que você já conhece os efeitos da música na performance do varejo, deve estar se perguntando como se beneficiar do recurso também. Uma loja com música deve, antes de tudo:

Escolher músicas de acordo com uma estratégia

Sem definir o que a música fará pela sua empresa é muito difícil montar uma rádio corporativa. Por isso, a primeira pergunta que você precisa fazer é: o que quero conquistar com essa trilha?

Se precisa que os clientes passem mais tempo na sua loja, comprem mais ou apenas tenham uma experiência de compra confortável, é preciso apontar isso primeiro para decidir se a música será capaz de influenciar o comportamento de compra.

Conhecer melhor seu público-alvo

As pessoas que compõem seu público-alvo são muito parecidas. Em comum, podemos citar que todas elas têm interesses nos produtos que vende, gostam de adquiri-los na sua loja e estão propensas a fazerem isso novamente, precisando apenas de um empurrãozinho.

Há muito mais sobre o que elas compartilham entre si que você desconhece. Suas personas podem ser fãs da mesma banda e frequentarem outros ambientes parecidos.

São essas coisas em comum que diferenciam seu público, e uma pesquisa de mercado lhe ajudará a entender o que tocar na rádio corporativa.

Pesquisar os gêneros que trazem mais resultado

Os temas das músicas são também muito importantes para quem quer utilizá-las na loja. As letras e ritmos devem não apenas atender ao seu público-alvo, mas fazer você e seus funcionários se sentirem confortáveis com o que ouvem.

Faça testes e descubra quais delas aumentam, simultaneamente, a performance dos seus colaboradores e conquistam os objetivos da sua estratégia.

Contratar uma equipe especializada em experiências

Marcas que trabalham com o desenvolvimento de experiências estão aí para fazer com que seu projeto seja um sucesso. Elas podem tanto fazer rádios personalizadas e automatizadas para o seu ponto de venda, quanto traçar uma estratégia imersiva, em que a música não é o único fator que influencia o seu cliente a comprar mais.

Considere estabelecer uma parceria com essas marcas para obter melhores resultados.

Qual o desafio da música em influenciar o comportamento de compra?

Uma porção de lojas tocam músicas constantemente e esse fator não impacta os rendimentos que conquistam no fim do mês. Isso acontece porque há um grande desafio na implementação dessa estratégia.

Músicas são percebidas sensorialmente e de maneira particular para cada ouvinte. O que quer dizer que podem não passar a mensagem que queremos. Um som super alegre para você pode ser irritante para um cliente.

Tentativa e erro vão ajudar. Monitore como as músicas são recebidas pelos shoppers e observe se elas estão realmente fazendo bem à experiência de compra.

O mesmo tipo de música pode ser aplicado a vários segmentos e o fato de que um ritmo é mais visto nos shoppings do que nas lojas de rua não é o suficiente para descartá-lo dentre as opções. Se no seu segmento está fazendo um investimento em música para influenciar no comportamento do consumidor, há grandes chances de sua loja sair na frente e ser mais bem-sucedida que a concorrência.

A música não é o único fator que influencia o comportamento de compra. Confira como a interatividade pode ser usada para criar um PDV que vende mais!

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Previous ArticleNext Article

Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? Comentários desativados em Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? 992

dados

Você sabia que, ao coletar dados dos seus clientes, você pode transformar sua loja e melhorar as vendas, fazendo com que elas sejam cada vez mais direcionadas e qualificadas?

Isso porque, trabalhar com dados é um dos maiores diferenciais no varejo, pois eles fornecem informações preciosas que podem ajudar na construção de um funil de vendas eficiente e em decisões estratégicas.

A coleta de dados no PDV (Ponto de Venda)

No momento em que o cliente entra em sua loja, ele deixa um rastro de informações valiosas. Desde o comportamento de compra até as interações com produtos específicos, cada ação do cliente pode ser convertida em dados que permitem compreender melhor suas preferências e necessidades.

Esses dados, quando analisados corretamente, geram insights que vão além das observações superficiais, permitindo ações mais estratégicas.

Como os dados ajudam no funil de vendas?

Ao observar o comportamento dos clientes, você pode mapear cada etapa do funil de vendas — desde a atração, passando pelo engajamento, até a conversão. Isso permite que você personalize a experiência de compra, aumentando as chances de fechamento.

Com a coleta de dados, é possível, por exemplo, entender quais produtos atraem mais atenção, quais pontos da loja geram mais tráfego e até prever as preferências do cliente, oferecendo ofertas personalizadas.

-> Conheça o Granometrics.io

O Granometrics.io da Alice Wonders é uma plataforma multisensor inovadora que transforma a loja física em uma fonte de dados poderosa para decisões estratégicas. Por meio de tecnologia avançada, ela mapeia o espaço físico da loja, analisando e entregando insights para que varejistas possam agir de maneira mais assertiva e eficiente.

Além disso, com o Granometrics.io é possível medir o interesse do shopper, mapear o comportamento por zonas e analisar o interesse por categorias e SKUs.

A plataforma oferece um olhar granular e estratégico, permitindo otimizar operações, melhorar a experiência do cliente e maximizar os resultados de vendas no ambiente físico. É uma solução essencial para quem busca unir inovação e performance no varejo.

O que são dados e insights?

Embora muitos confundam os dois termos, é importante entender que dados são as informações brutas que você coleta. Já os insights são as conclusões ou ações que podem ser extraídas desses dados.

Ao trabalhar com uma cultura Data-Driven (orientada por dados), sua loja se torna mais eficiente ao tomar decisões baseadas em informações reais, ao invés de suposições. Por exemplo, um dado pode mostrar que um determinado produto tem alta procura, enquanto um insight revela como posicioná-lo melhor na loja para maximizar as vendas.

A importância de uma abordagem Data-Driven

Adotar uma abordagem Data-Driven significa fazer escolhas informadas e estratégicas. Se você não faz essa coleta, está deixando de aproveitar oportunidades preciosas para otimizar seu negócio. Com a análise correta, é possível identificar tendências, antecipar necessidades dos clientes e ajustar sua oferta de produtos de forma proativa.

Além disso, um PDV bem estruturado, baseado em dados e insights, ajuda a melhorar a experiência do cliente. Ao entender melhor o comportamento do consumidor, você pode criar um ambiente mais atraente, com produtos e ofertas que realmente atendem às expectativas de seu público, incentivando a lealdade e aumentando a taxa de retenção.

Conclusão

Investir em dados e insights não é apenas uma questão de modernizar sua loja; é sobre criar uma estratégia sólida de vendas, baseada no entendimento profundo dos seus clientes. Com o uso correto dessas informações, você pode otimizar seu funil de vendas, aumentar a conversão e oferecer experiências mais ricas e satisfatórias para seus consumidores.

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência Comentários desativados em Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência 3588

Você já percebeu como o varejo está evoluindo? vamos apresentar as principais tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência.

A experiência do cliente, mais do que nunca, é o cerne do sucesso no varejo. A maneira como você, varejista, apresenta seus produtos e interage com seus clientes está moldando não apenas o futuro do seu negócio, mas também o futuro das compras como um todo.

Na Alice Wonders, reconhecemos que o varejo atual transcende a simples venda de produtos. Trata-se de criar experiências inesquecíveis e emocionantes.

Neste artigo, vamos mergulhar nas tendências para 2024 que estão definindo lojas inovadoras e focadas na experiência, com base em pesquisas e previsões da WGSN. Estes insights oferecem a você, varejista moderno, ideias criativas e estratégias para se destacar em um mercado altamente competitivo.

Prepare-se para uma jornada de inovação e descoberta, onde tecnologia, criatividade e emoção se unem para redefinir a experiência de compra.

Bem-vindo à nova era do varejo! Boa leitura ✌️

Tendências do varejo 2024

Tendências do Varejo em 2024 Segundo a WGSN

  • Espaços Impulsionados por Engajamento e Inspiração: A busca por experiências superiores em lojas físicas se traduz em espaços que promovem engajamento e inspiração. Conceitos focados na comunidade e na criação de ambientes inspiradores estão se tornando cada vez mais importantes.

Exemplo: Imagine uma loja de roupas que, além de vender produtos, oferece workshops de moda e estilo pessoal. Este espaço não apenas vende roupas, mas se torna um local de aprendizado e inspiração, fortalecendo a conexão emocional com os clientes.

Benefícios: Estes espaços criam uma comunidade de clientes fiéis, aumentam o tempo de permanência na loja e promovem um maior engajamento com a marca.

  • Tecnologia e Desempenho Omnicanal: A integração da tecnologia na experiência da loja é uma prioridade crescente. Tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, hologramas e projeções imersivas estão proporcionando interações imersivas experiências interativas com produtos e fortalecendo o envolvimento da marca, suportando operações omnicanal eficientes.

Exemplo: Uma loja de eletrônicos que utiliza realidade aumentada para mostrar aos clientes como diferentes aparelhos funcionam e se encaixam em suas casas.

Benefícios: Melhora a experiência do cliente, fornece informações detalhadas sobre os produtos e integra as experiências online e offline, aumentando as vendas e a satisfação do cliente.

  • Evolução dos KPIs de Lojas: Os varejistas estão adaptando seus KPIs para refletir melhor o papel das lojas na experiência omnicanal do cliente. Métricas como “venda por minuto de engajamento”, estão sendo exploradas para avaliar o impacto do envolvimento do cliente em diferentes canais.

Exemplo: Uma loja que mede o sucesso não apenas pelas vendas, mas também pelo tempo que os clientes passam interagindo com produtos e participando de eventos na loja.

Benefícios: Permite uma avaliação mais precisa do impacto da experiência na loja no comportamento do consumidor e nas decisões de compra.

-> Conheça sobre o granometrics.io
Granometrics.io é uma plataforma multisensor que mapeia a loja física e entrega insights para tomada de decisão e ação imediata.

Com Granometrics.io é possível medir interesse e mapear o comportamento do shopper por zona, categoria e até por SKU.

  • Formatos Menores e Grandes Inovações: A tendência de lojas menores, como pop-ups e abordagens focadas na localização, está crescendo. Estes formatos permitem experimentar novos conceitos e reduzir custos operacionais, maximizando o alcance.

Exemplo: Uma marca de luxo que lança pop-up stores em locais estratégicos durante eventos de moda, oferecendo experiências exclusivas e produtos limitados.

Benefícios: Aumenta a visibilidade da marca, reduz custos operacionais e permite testar novos mercados e produtos com menor risco.

  • Prevenção de Perdas e Design de Lojas: Com o aumento do furto, especialmente em varejo de alto valor, a prevenção de perdas está se tornando uma parte crucial do design de lojas. Tecnologias inovadoras estão sendo implementadas para proteger produtos e melhorar a experiência do consumidor.

Exemplo: Uma loja de departamentos que integra câmeras inteligentes e etiquetas RFID para monitorar produtos e prevenir furtos, sem comprometer a estética da loja.

Benefícios: Reduz perdas financeiras, mantém a segurança do produto e garante uma experiência de compra agradável para os clientes.

  • Designers de Lojas como ‘Designers de Experiência’: A abertura de uma nova loja agora demanda uma abordagem interdisciplinar. Equipes de design de lojas estão colaborando estreitamente com marketing, TI e estratégia de negócios para criar experiências impactantes e alinhadas com os objetivos de cada departamento.

Exemplo: Uma loja de café que combina elementos de design interativo, como paredes que mudam de cor com o humor dos clientes, e áreas de co-working, incentivando a permanência prolongada.

Benefícios: Cria um ambiente único e memorável que atrai clientes, aumenta a fidelidade e promove a marca como inovadora e orientada para a experiência do cliente.

Conclusão

As tendências do varejo em 2024 revelam uma transformação emocionante e desafiadora no cenário do varejo físico. Lojas que adotam essas tendências não só se destacam, mas também criam experiências memoráveis que atraem e retêm clientes. Como varejista, esta é a sua chance de se adaptar, inovar e prosperar na nova era do varejo.

Perguntas Frequentes

  • O que significa a tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo?

    A tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo refere-se à criação de ambientes que vão além da venda de produtos. Estes espaços são projetados para engajar os clientes em atividades interativas, educativas ou inspiradoras, como workshops, exibições artísticas e experiências imersivas. O objetivo é criar um senso de comunidade e fortalecer a conexão emocional com a marca, transformando a loja em um destino, não apenas um local de compra.
  • Como a tecnologia está moldando o desempenho omnicanal nas lojas?

    A tecnologia está revolucionando o desempenho omnicanal ao integrar as experiências online e offline. Isso inclui o uso de realidade aumentada para experimentação de produtos, sistemas de gerenciamento de inventário conectados para facilitar a compra em qualquer canal e personalização baseada em dados para oferecer recomendações e promoções específicas. Essas inovações ajudam a criar uma jornada de compra sem emendas, aumentando a eficiência operacional e melhorando a satisfação do cliente.
  • Qual é a importância da evolução dos KPIs de lojas em 2024?

    A evolução dos KPIs de lojas em 2024 é crucial para refletir o papel único das lojas na experiência omnicanal do cliente. Em vez de focar apenas em vendas e tráfego, os KPIs modernos consideram o engajamento do cliente, a interação com produtos e a contribuição da loja para a jornada de compra geral. Essas métricas ajudam os varejistas a entender melhor como as experiências na loja influenciam as decisões de compra e a lealdade do cliente, permitindo que eles otimizem suas estratégias de acordo.
  • Como os formatos menores de lojas estão contribuindo para grandes inovações?

    Os formatos menores de lojas, como pop-ups e boutiques especializadas, estão impulsionando grandes inovações ao permitir que os varejistas testem novos conceitos e estratégias com flexibilidade e custos reduzidos. Esses espaços são ideais para experimentar com design de lojas, tecnologias imersivas, e abordagens personalizadas. Além disso, eles oferecem a oportunidade de se conectar com nichos de mercado específicos e gerar buzz em torno de lançamentos de produtos e eventos especiais, fomentando a inovação e a criatividade no setor de varejo.

Inscreva-se em nossa Newsletter

Receba no seu email todas as novidades do nosso blog sobre tecnologia e varejo, além de ficar por dentro do novos projetos Alice Wonders.

Thank you for subscribing.

Something went wrong.

Most Popular Topics

Editor Picks

Send this to a friend