Experiências de Varejo 360: o que realmente tem o poder de encantar o seu público? 1 8273

homem utilizando tela touch como Experiências de Varejo

Quando comparamos as características de uma loja física com uma loja virtual, podemos ser levados a enxergá-las como operações separadas, voltadas para públicos distintos. Enquanto o ecommerce oferece a comodidade de buscar informações, comparar produtos e fechar um pedido com rapidez, a experiência de varejo offline permite interagir com os artigos e conversar olho no olho com os vendedores.

Porém, o que se tem comprovado é que esses meios não precisam ser assim tão distantes — as marcas podem gerar mais valor para o cliente se souberem trabalhar ambos de maneira mais integrada, seguindo as práticas do chamado varejo 360.

Quer saber o que é esse conceito e por que ele tem o poder de encantar o consumidor? Continue conosco e boa leitura!

Qual é o conceito do varejo 360?

Segundo um levantamento com consumidores com acesso à internet, 47% deles procuram informações sobre produtos online antes de fazerem compras nas lojas físicas, enquanto 23% afirmaram que estão habituados a visitar um estabelecimento antes de fechar uma compra em uma loja virtual. Os dados são do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

Isso nos mostra como a jornada do cliente pode envolver mais de um canal de vendas da sua empresa, e que não faz mais sentido pensar nesses meios como maneiras de atender públicos diferentes. O seu consumidor é o mesmo e precisa se sentir em um ambiente convidativo, seja online ou offline.

A ideia principal por trás de uma estratégia de varejo 360 — também conhecida como omnichannel — é entregar uma experiência de compra memorável em todos os canais de venda. É necessário inserir o shopper em um contexto agradável, em que ele note o quanto a empresa se esforça para satisfazer os clientes.

Como consequência, eles passarão a admirar mais a sua marca, comprar mais, retornar outras vezes e até indicar os seus produtos ou serviços para as pessoas mais próximas. Por isso, cabe à empresa diminuir as barreiras entre o físico e o digital para que as pessoas se sintam à vontade em interagir com a sua marca, onde e quando for mais oportuno.

Sem dúvida, é um desafio para o varejo, já que envolve recursos que vão desde o design das lojas (tanto físicas quanto virtuais) até o treinamento dos vendedores. Vejamos, então, o que caracteriza um negócio preparado para oferecer experiências de varejo 360.

Como um negócio pode oferecer experiências de varejo 360?

Essencialmente, uma estratégia de varejo 360 precisa de três pilares principais para criar experiências singulares:

  • ambiente;
  • atendimento.
  • tecnologia.

Curioso para saber como desenvolver cada um deles? É o que vamos descobrir agora.

Ambiente

Quando os clientes entram em contato com um dos seus canais de venda, precisam se sentir imersos no contexto da marca. E uma das maneiras de criar essa percepção é cuidando dos aspectos visuais. Garanta que o design do seu ecommerce e a arquitetura das suas lojas sigam uma mesma identidade.

Além disso, invista em marketing sensorial, de modo a provocar sensações que tornem a visita ao seu estabelecimento ou, até mesmo, à sua loja virtual algo inesquecível. Por fim, certifique-se de que os colaboradores que lidam com os clientes sejam amigáveis e prestativos, o que nos leva ao próximo pilar.

Atendimento

Suponha que um consumidor tenha adquirido um produto online, mas optou por retirá-lo em uma loja próxima à sua casa. Além de instrui-los com clareza e educação, os colaboradores desse estabelecimento local precisam conhecer as operações do ecommerce para atender esse tipo de cliente da melhor maneira possível.

Não adianta o usuário ter uma excelente experiência no site e quando chega na loja, é mal atendido, precisa enfrentar a mesma fila de quem ainda vai pagar pelo produto ou não tem informações claras sobre onde fazer a retirada.

Tecnologia

A tecnologia é outro fator crucial para o varejo 360, porque os recursos digitais nos ajudam a mapear o comportamento do shopper — tanto online quanto offline —, possibilitando integrações entre o que ocorre na loja física e no ecommerce.

Para se ter uma ideia, já existem aplicativos que permitem identificar o cliente sempre que ele faz uma visita ao estabelecimento. Os métodos variam (geolocalização, QR code, beacon etc.), mas todos eles possibilitam coletar hábitos de compra e oferecer ofertas personalizadas com base no histórico de interações com a sua organização.

Inclusive, toda essa tendência de digitalização já vem alterando uma nomenclatura muito utilizada no marketing. Conforme as instalações físicas — também conhecidas como “brick and mortar” (tijolo e argamassa em inglês) — passam por essas transformações, elas começam a ser chamadas de “brick and data” (tijolo e dados).

Quais tipos de experiências inovadoras podemos criar no varejo?

Agora que você já conhece o DNA por trás das melhores experiências de varejo, confira alguns dos trabalhos mais interessantes da Alice Wonders.

Wonder Fitting Room

Nesse provador interativo, o shopper recebe recomendações de vestuário e acessórios baseados nas peças que ele levou para experimentar. É ótimo para incentivar as vendas e gerar insights como um paralelo entre as roupas mais experimentadas e as mais compradas.

Mini-holografia

Com a tecnologia de display holográfico, foi possível gerar mais visibilidade para uma nova marca de refrigerante no ponto de venda. Essa plataforma contou com locução e animações para chamar ainda mais a atenção dos consumidores.

Quiosque interativo

Para demonstrar as principais funcionalidades de um novo celular, a Alice Wonders instalou um balcão interativo, que mostrava as informações em uma tela e se comunicava sem fio com o aparelho. Todas essas interações ficaram registradas para que, mais tarde, os analistas pudessem avaliar o sucesso dessa ação.

Portanto, é inegável que o varejista precisa se diferenciar para encantar o seu público e mantê-lo fiel à sua marca. E atualmente, em plena era digital, não há nada mais indicado do que criar as melhores experiências de varejo 360 para destacar o seu negócio no mercado.

Restou alguma dúvida sobre o assunto? Quer saber como implementar essa estratégia tão promissora na sua empresa? Então, entre em contato conosco que teremos o maior prazer em conversar com você!

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Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? Comentários desativados em Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? 992

dados

Você sabia que, ao coletar dados dos seus clientes, você pode transformar sua loja e melhorar as vendas, fazendo com que elas sejam cada vez mais direcionadas e qualificadas?

Isso porque, trabalhar com dados é um dos maiores diferenciais no varejo, pois eles fornecem informações preciosas que podem ajudar na construção de um funil de vendas eficiente e em decisões estratégicas.

A coleta de dados no PDV (Ponto de Venda)

No momento em que o cliente entra em sua loja, ele deixa um rastro de informações valiosas. Desde o comportamento de compra até as interações com produtos específicos, cada ação do cliente pode ser convertida em dados que permitem compreender melhor suas preferências e necessidades.

Esses dados, quando analisados corretamente, geram insights que vão além das observações superficiais, permitindo ações mais estratégicas.

Como os dados ajudam no funil de vendas?

Ao observar o comportamento dos clientes, você pode mapear cada etapa do funil de vendas — desde a atração, passando pelo engajamento, até a conversão. Isso permite que você personalize a experiência de compra, aumentando as chances de fechamento.

Com a coleta de dados, é possível, por exemplo, entender quais produtos atraem mais atenção, quais pontos da loja geram mais tráfego e até prever as preferências do cliente, oferecendo ofertas personalizadas.

-> Conheça o Granometrics.io

O Granometrics.io da Alice Wonders é uma plataforma multisensor inovadora que transforma a loja física em uma fonte de dados poderosa para decisões estratégicas. Por meio de tecnologia avançada, ela mapeia o espaço físico da loja, analisando e entregando insights para que varejistas possam agir de maneira mais assertiva e eficiente.

Além disso, com o Granometrics.io é possível medir o interesse do shopper, mapear o comportamento por zonas e analisar o interesse por categorias e SKUs.

A plataforma oferece um olhar granular e estratégico, permitindo otimizar operações, melhorar a experiência do cliente e maximizar os resultados de vendas no ambiente físico. É uma solução essencial para quem busca unir inovação e performance no varejo.

O que são dados e insights?

Embora muitos confundam os dois termos, é importante entender que dados são as informações brutas que você coleta. Já os insights são as conclusões ou ações que podem ser extraídas desses dados.

Ao trabalhar com uma cultura Data-Driven (orientada por dados), sua loja se torna mais eficiente ao tomar decisões baseadas em informações reais, ao invés de suposições. Por exemplo, um dado pode mostrar que um determinado produto tem alta procura, enquanto um insight revela como posicioná-lo melhor na loja para maximizar as vendas.

A importância de uma abordagem Data-Driven

Adotar uma abordagem Data-Driven significa fazer escolhas informadas e estratégicas. Se você não faz essa coleta, está deixando de aproveitar oportunidades preciosas para otimizar seu negócio. Com a análise correta, é possível identificar tendências, antecipar necessidades dos clientes e ajustar sua oferta de produtos de forma proativa.

Além disso, um PDV bem estruturado, baseado em dados e insights, ajuda a melhorar a experiência do cliente. Ao entender melhor o comportamento do consumidor, você pode criar um ambiente mais atraente, com produtos e ofertas que realmente atendem às expectativas de seu público, incentivando a lealdade e aumentando a taxa de retenção.

Conclusão

Investir em dados e insights não é apenas uma questão de modernizar sua loja; é sobre criar uma estratégia sólida de vendas, baseada no entendimento profundo dos seus clientes. Com o uso correto dessas informações, você pode otimizar seu funil de vendas, aumentar a conversão e oferecer experiências mais ricas e satisfatórias para seus consumidores.

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Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência Comentários desativados em Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência 3587

Você já percebeu como o varejo está evoluindo? vamos apresentar as principais tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência.

A experiência do cliente, mais do que nunca, é o cerne do sucesso no varejo. A maneira como você, varejista, apresenta seus produtos e interage com seus clientes está moldando não apenas o futuro do seu negócio, mas também o futuro das compras como um todo.

Na Alice Wonders, reconhecemos que o varejo atual transcende a simples venda de produtos. Trata-se de criar experiências inesquecíveis e emocionantes.

Neste artigo, vamos mergulhar nas tendências para 2024 que estão definindo lojas inovadoras e focadas na experiência, com base em pesquisas e previsões da WGSN. Estes insights oferecem a você, varejista moderno, ideias criativas e estratégias para se destacar em um mercado altamente competitivo.

Prepare-se para uma jornada de inovação e descoberta, onde tecnologia, criatividade e emoção se unem para redefinir a experiência de compra.

Bem-vindo à nova era do varejo! Boa leitura ✌️

Tendências do varejo 2024

Tendências do Varejo em 2024 Segundo a WGSN

  • Espaços Impulsionados por Engajamento e Inspiração: A busca por experiências superiores em lojas físicas se traduz em espaços que promovem engajamento e inspiração. Conceitos focados na comunidade e na criação de ambientes inspiradores estão se tornando cada vez mais importantes.

Exemplo: Imagine uma loja de roupas que, além de vender produtos, oferece workshops de moda e estilo pessoal. Este espaço não apenas vende roupas, mas se torna um local de aprendizado e inspiração, fortalecendo a conexão emocional com os clientes.

Benefícios: Estes espaços criam uma comunidade de clientes fiéis, aumentam o tempo de permanência na loja e promovem um maior engajamento com a marca.

  • Tecnologia e Desempenho Omnicanal: A integração da tecnologia na experiência da loja é uma prioridade crescente. Tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, hologramas e projeções imersivas estão proporcionando interações imersivas experiências interativas com produtos e fortalecendo o envolvimento da marca, suportando operações omnicanal eficientes.

Exemplo: Uma loja de eletrônicos que utiliza realidade aumentada para mostrar aos clientes como diferentes aparelhos funcionam e se encaixam em suas casas.

Benefícios: Melhora a experiência do cliente, fornece informações detalhadas sobre os produtos e integra as experiências online e offline, aumentando as vendas e a satisfação do cliente.

  • Evolução dos KPIs de Lojas: Os varejistas estão adaptando seus KPIs para refletir melhor o papel das lojas na experiência omnicanal do cliente. Métricas como “venda por minuto de engajamento”, estão sendo exploradas para avaliar o impacto do envolvimento do cliente em diferentes canais.

Exemplo: Uma loja que mede o sucesso não apenas pelas vendas, mas também pelo tempo que os clientes passam interagindo com produtos e participando de eventos na loja.

Benefícios: Permite uma avaliação mais precisa do impacto da experiência na loja no comportamento do consumidor e nas decisões de compra.

-> Conheça sobre o granometrics.io
Granometrics.io é uma plataforma multisensor que mapeia a loja física e entrega insights para tomada de decisão e ação imediata.

Com Granometrics.io é possível medir interesse e mapear o comportamento do shopper por zona, categoria e até por SKU.

  • Formatos Menores e Grandes Inovações: A tendência de lojas menores, como pop-ups e abordagens focadas na localização, está crescendo. Estes formatos permitem experimentar novos conceitos e reduzir custos operacionais, maximizando o alcance.

Exemplo: Uma marca de luxo que lança pop-up stores em locais estratégicos durante eventos de moda, oferecendo experiências exclusivas e produtos limitados.

Benefícios: Aumenta a visibilidade da marca, reduz custos operacionais e permite testar novos mercados e produtos com menor risco.

  • Prevenção de Perdas e Design de Lojas: Com o aumento do furto, especialmente em varejo de alto valor, a prevenção de perdas está se tornando uma parte crucial do design de lojas. Tecnologias inovadoras estão sendo implementadas para proteger produtos e melhorar a experiência do consumidor.

Exemplo: Uma loja de departamentos que integra câmeras inteligentes e etiquetas RFID para monitorar produtos e prevenir furtos, sem comprometer a estética da loja.

Benefícios: Reduz perdas financeiras, mantém a segurança do produto e garante uma experiência de compra agradável para os clientes.

  • Designers de Lojas como ‘Designers de Experiência’: A abertura de uma nova loja agora demanda uma abordagem interdisciplinar. Equipes de design de lojas estão colaborando estreitamente com marketing, TI e estratégia de negócios para criar experiências impactantes e alinhadas com os objetivos de cada departamento.

Exemplo: Uma loja de café que combina elementos de design interativo, como paredes que mudam de cor com o humor dos clientes, e áreas de co-working, incentivando a permanência prolongada.

Benefícios: Cria um ambiente único e memorável que atrai clientes, aumenta a fidelidade e promove a marca como inovadora e orientada para a experiência do cliente.

Conclusão

As tendências do varejo em 2024 revelam uma transformação emocionante e desafiadora no cenário do varejo físico. Lojas que adotam essas tendências não só se destacam, mas também criam experiências memoráveis que atraem e retêm clientes. Como varejista, esta é a sua chance de se adaptar, inovar e prosperar na nova era do varejo.

Perguntas Frequentes

  • O que significa a tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo?

    A tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo refere-se à criação de ambientes que vão além da venda de produtos. Estes espaços são projetados para engajar os clientes em atividades interativas, educativas ou inspiradoras, como workshops, exibições artísticas e experiências imersivas. O objetivo é criar um senso de comunidade e fortalecer a conexão emocional com a marca, transformando a loja em um destino, não apenas um local de compra.
  • Como a tecnologia está moldando o desempenho omnicanal nas lojas?

    A tecnologia está revolucionando o desempenho omnicanal ao integrar as experiências online e offline. Isso inclui o uso de realidade aumentada para experimentação de produtos, sistemas de gerenciamento de inventário conectados para facilitar a compra em qualquer canal e personalização baseada em dados para oferecer recomendações e promoções específicas. Essas inovações ajudam a criar uma jornada de compra sem emendas, aumentando a eficiência operacional e melhorando a satisfação do cliente.
  • Qual é a importância da evolução dos KPIs de lojas em 2024?

    A evolução dos KPIs de lojas em 2024 é crucial para refletir o papel único das lojas na experiência omnicanal do cliente. Em vez de focar apenas em vendas e tráfego, os KPIs modernos consideram o engajamento do cliente, a interação com produtos e a contribuição da loja para a jornada de compra geral. Essas métricas ajudam os varejistas a entender melhor como as experiências na loja influenciam as decisões de compra e a lealdade do cliente, permitindo que eles otimizem suas estratégias de acordo.
  • Como os formatos menores de lojas estão contribuindo para grandes inovações?

    Os formatos menores de lojas, como pop-ups e boutiques especializadas, estão impulsionando grandes inovações ao permitir que os varejistas testem novos conceitos e estratégias com flexibilidade e custos reduzidos. Esses espaços são ideais para experimentar com design de lojas, tecnologias imersivas, e abordagens personalizadas. Além disso, eles oferecem a oportunidade de se conectar com nichos de mercado específicos e gerar buzz em torno de lançamentos de produtos e eventos especiais, fomentando a inovação e a criatividade no setor de varejo.

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