O que é um planograma? Repense seu espaço e a exposição dos produtos Comentários desativados em O que é um planograma? Repense seu espaço e a exposição dos produtos 7274

mulher buscando roupas na loja dentro do planograma

O que é planograma? Conhecidos como “planos de gôndola”, planogramas são um recurso de visualização para entender a disposição dos produtos no ambiente e otimizar o trade marketing. Eles fazem com que seja muito mais simples entender quantos itens de cada marca há em uma prateleira, o quão fáceis eles estão de se visualizar e acessar e que impacto isso tem nos consumidores.

Planogramas são essenciais para varejistas porque são estudos para criação de layouts mais eficientes e designs de loja que favorecem o aumento das vendas.

No artigo de hoje você entenderá o que é preciso fazer para criar um planograma e como cada uma dessas ações é vantajosa para a sua empresa. Pronto para aprender? Então vamos lá!

Coloque produtos mais lucrativos na frente da loja

O ponto principal de um planograma é avaliar como dispor de um produto para que ele seja visualizado por todos que entram na sua loja. É por causa disso que eles funcionam como ferramentas para alavancar os resultados com trade marketing, já que priorizam os itens de parceiros. Entretanto, não basta apenas colocar aquelas peças que integram essa estratégia, já que elas podem ser muitas e nem sempre oferecem a mesma lucratividade para a empresa.

O ideal é que o plano de gôndola aumente a visibilidade daqueles produtos que trazem mais retorno para a sua marca. Fazer com que essa organização funcione, portanto, vai exigir que você tenha um relacionamento muito bom com o fornecedor.

Embora atualizar as prateleiras seja um ato frequente, é muito melhor ter estoque disponível para mantê-las sempre cheias com os produtos que trazem mais rendimento para a empresa e para o parceiro.

Temos que diferenciar os produtos mais lucrativos dos líderes de audiência. Aqueles itens que boa parte do seu público vai procurar toda vez que visita a loja precisam estar mais distantes da entrada dela, pois são essenciais. Eles servirão como um motivador para que o cliente passeie pelo espaço e veja outros produtos que podem lhe interessar.

Siga uma lógica na organização dos preços

Um recurso que não pode faltar no PDV é a psicologia dos preços. Esse termo se refere às alterações na percepção de custo de um produto que são proporcionadas pela forma como organizamos a disposição deles. Uma forma de impulsionar o ticket médio é criar a sensação de preço psicológico, um tipo de compra por impulso.

Ao organizar as gôndolas, distribuir os preços que parecem oportunidades nos espaços mais visíveis aumentará a venda dos produtos selecionados.

Gerencie os produtos da loja por categoria

O gerenciamento por categoria é peça chave para o trade marketing porque utiliza dados para guiar a configuração da loja. Números como o valor do varejo, o número de venda, marketshare, preço e concorrência vão orientar a disposição de produtos em um estabelecimento de acordo com categorias. São eles que definirão que itens precisam ocupar mais espaço e quais não precisam mais estar na cartela de produtos da loja, por exemplo.

As categorias indicarão oportunidades de venda e apontarão em que espaços da loja a experiência de compra pode ser otimizada ao se aplicar estratégias como a adjacência — inclusão de produtos similares perto uns dos outros.

Distribua promoções em locais estratégicos

Já parou para pensar que o espaço em que se localizam as promoções na sua loja influencia no desempenho delas? Pontas de gôndolas são os locais mais indicados para a inclusão de ofertas porque oferecem a melhor visualização para quem transita pelo ambiente. As ilhas também são bastante utilizadas nos planogramas para oferecer um efeito similar, visto que são pontos centrais nos corredores das lojas.

Para que as promoções cheguem mesmo aos visitantes que não planejavam comprar determinado produto é necessário avaliar o quanto cada uma delas oferece de lucro para a loja. As mais rentáveis sempre devem estar em posição mais proeminente do que as menos lucrativas.

Acompanhe o comportamento do cliente

A tecnologia tem papel muito importante na criação dos planogramas. Softwares são frequentemente utilizados para entender como cada um deles funciona e favorece um negócio, todavia, é a captação de dados que faz com que eles sejam eficientes. Acompanhar como um consumidor navega pela loja vai informar melhor os sistemas quanto ao que é preciso fazer para criar um bom plano de gôndola.

Sensores de movimento são uma ótima pedida para obter informações precisas sobre como o cliente se movimenta no PDV. Eles geram dados que são alimentados nas soluções para que elas entendam exatamente como se beneficiar dessa movimentação espontânea.

Empresas que não contam com sensores, porém, não ficam sem dados para basear seus planogramas, apenas precisam aferi-los de maneira diferente. Será a opinião de funcionários e a observação de imagens em câmeras que informará a confecção dos planos de gôndola e apontará comportamentos específicos do shopper.

Faça o mapeamento físico dos produtos

Todas as lojas têm pontos frios e quentes (e eles nada têm a ver com as geladeiras que estão presentes em um supermercado). Chamamos de pontos frios aqueles que têm menos movimento e atraem menos pessoas, enquanto os pontos quentes são o oposto.

É necessário mapear esses pontos se quiser explorar todo o potencial da sua loja. Aqui, a observação do comportamento do consumidor vai lhe ajudar, contudo, a tentativa e erro pode ser ainda mais efetiva. É comum que as pessoas se acostumem a circular por uma loja da mesma forma como sempre fizeram, portanto, mover os seus produtos periodicamente lhe permitirá entender se aquela disposição era a melhor ou apenas a habitual.

Observe os resultados que obtiver com cada uma dessas alterações para criar o planograma ideal.

Desenvolver um planograma não é tarefa fácil. Especialistas podem ajudá-lo a entender melhor como cada um desses pontos influencia na experiência de compra e beneficia os resultados no seu estabelecimento.

Consultar-se com uma equipe que entende do assunto e tem muitos anos de mercado vai garantir planos de gôndola eficazes para o seu PDV.

E aí, conseguiu entender o que é planograma e como começar a criar o da sua loja? Acesse a página da AliceWonders e conheça nossos cases de sucesso no varejo!

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Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? Comentários desativados em Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? 992

dados

Você sabia que, ao coletar dados dos seus clientes, você pode transformar sua loja e melhorar as vendas, fazendo com que elas sejam cada vez mais direcionadas e qualificadas?

Isso porque, trabalhar com dados é um dos maiores diferenciais no varejo, pois eles fornecem informações preciosas que podem ajudar na construção de um funil de vendas eficiente e em decisões estratégicas.

A coleta de dados no PDV (Ponto de Venda)

No momento em que o cliente entra em sua loja, ele deixa um rastro de informações valiosas. Desde o comportamento de compra até as interações com produtos específicos, cada ação do cliente pode ser convertida em dados que permitem compreender melhor suas preferências e necessidades.

Esses dados, quando analisados corretamente, geram insights que vão além das observações superficiais, permitindo ações mais estratégicas.

Como os dados ajudam no funil de vendas?

Ao observar o comportamento dos clientes, você pode mapear cada etapa do funil de vendas — desde a atração, passando pelo engajamento, até a conversão. Isso permite que você personalize a experiência de compra, aumentando as chances de fechamento.

Com a coleta de dados, é possível, por exemplo, entender quais produtos atraem mais atenção, quais pontos da loja geram mais tráfego e até prever as preferências do cliente, oferecendo ofertas personalizadas.

-> Conheça o Granometrics.io

O Granometrics.io da Alice Wonders é uma plataforma multisensor inovadora que transforma a loja física em uma fonte de dados poderosa para decisões estratégicas. Por meio de tecnologia avançada, ela mapeia o espaço físico da loja, analisando e entregando insights para que varejistas possam agir de maneira mais assertiva e eficiente.

Além disso, com o Granometrics.io é possível medir o interesse do shopper, mapear o comportamento por zonas e analisar o interesse por categorias e SKUs.

A plataforma oferece um olhar granular e estratégico, permitindo otimizar operações, melhorar a experiência do cliente e maximizar os resultados de vendas no ambiente físico. É uma solução essencial para quem busca unir inovação e performance no varejo.

O que são dados e insights?

Embora muitos confundam os dois termos, é importante entender que dados são as informações brutas que você coleta. Já os insights são as conclusões ou ações que podem ser extraídas desses dados.

Ao trabalhar com uma cultura Data-Driven (orientada por dados), sua loja se torna mais eficiente ao tomar decisões baseadas em informações reais, ao invés de suposições. Por exemplo, um dado pode mostrar que um determinado produto tem alta procura, enquanto um insight revela como posicioná-lo melhor na loja para maximizar as vendas.

A importância de uma abordagem Data-Driven

Adotar uma abordagem Data-Driven significa fazer escolhas informadas e estratégicas. Se você não faz essa coleta, está deixando de aproveitar oportunidades preciosas para otimizar seu negócio. Com a análise correta, é possível identificar tendências, antecipar necessidades dos clientes e ajustar sua oferta de produtos de forma proativa.

Além disso, um PDV bem estruturado, baseado em dados e insights, ajuda a melhorar a experiência do cliente. Ao entender melhor o comportamento do consumidor, você pode criar um ambiente mais atraente, com produtos e ofertas que realmente atendem às expectativas de seu público, incentivando a lealdade e aumentando a taxa de retenção.

Conclusão

Investir em dados e insights não é apenas uma questão de modernizar sua loja; é sobre criar uma estratégia sólida de vendas, baseada no entendimento profundo dos seus clientes. Com o uso correto dessas informações, você pode otimizar seu funil de vendas, aumentar a conversão e oferecer experiências mais ricas e satisfatórias para seus consumidores.

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Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência Comentários desativados em Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência 3587

Você já percebeu como o varejo está evoluindo? vamos apresentar as principais tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência.

A experiência do cliente, mais do que nunca, é o cerne do sucesso no varejo. A maneira como você, varejista, apresenta seus produtos e interage com seus clientes está moldando não apenas o futuro do seu negócio, mas também o futuro das compras como um todo.

Na Alice Wonders, reconhecemos que o varejo atual transcende a simples venda de produtos. Trata-se de criar experiências inesquecíveis e emocionantes.

Neste artigo, vamos mergulhar nas tendências para 2024 que estão definindo lojas inovadoras e focadas na experiência, com base em pesquisas e previsões da WGSN. Estes insights oferecem a você, varejista moderno, ideias criativas e estratégias para se destacar em um mercado altamente competitivo.

Prepare-se para uma jornada de inovação e descoberta, onde tecnologia, criatividade e emoção se unem para redefinir a experiência de compra.

Bem-vindo à nova era do varejo! Boa leitura ✌️

Tendências do varejo 2024

Tendências do Varejo em 2024 Segundo a WGSN

  • Espaços Impulsionados por Engajamento e Inspiração: A busca por experiências superiores em lojas físicas se traduz em espaços que promovem engajamento e inspiração. Conceitos focados na comunidade e na criação de ambientes inspiradores estão se tornando cada vez mais importantes.

Exemplo: Imagine uma loja de roupas que, além de vender produtos, oferece workshops de moda e estilo pessoal. Este espaço não apenas vende roupas, mas se torna um local de aprendizado e inspiração, fortalecendo a conexão emocional com os clientes.

Benefícios: Estes espaços criam uma comunidade de clientes fiéis, aumentam o tempo de permanência na loja e promovem um maior engajamento com a marca.

  • Tecnologia e Desempenho Omnicanal: A integração da tecnologia na experiência da loja é uma prioridade crescente. Tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, hologramas e projeções imersivas estão proporcionando interações imersivas experiências interativas com produtos e fortalecendo o envolvimento da marca, suportando operações omnicanal eficientes.

Exemplo: Uma loja de eletrônicos que utiliza realidade aumentada para mostrar aos clientes como diferentes aparelhos funcionam e se encaixam em suas casas.

Benefícios: Melhora a experiência do cliente, fornece informações detalhadas sobre os produtos e integra as experiências online e offline, aumentando as vendas e a satisfação do cliente.

  • Evolução dos KPIs de Lojas: Os varejistas estão adaptando seus KPIs para refletir melhor o papel das lojas na experiência omnicanal do cliente. Métricas como “venda por minuto de engajamento”, estão sendo exploradas para avaliar o impacto do envolvimento do cliente em diferentes canais.

Exemplo: Uma loja que mede o sucesso não apenas pelas vendas, mas também pelo tempo que os clientes passam interagindo com produtos e participando de eventos na loja.

Benefícios: Permite uma avaliação mais precisa do impacto da experiência na loja no comportamento do consumidor e nas decisões de compra.

-> Conheça sobre o granometrics.io
Granometrics.io é uma plataforma multisensor que mapeia a loja física e entrega insights para tomada de decisão e ação imediata.

Com Granometrics.io é possível medir interesse e mapear o comportamento do shopper por zona, categoria e até por SKU.

  • Formatos Menores e Grandes Inovações: A tendência de lojas menores, como pop-ups e abordagens focadas na localização, está crescendo. Estes formatos permitem experimentar novos conceitos e reduzir custos operacionais, maximizando o alcance.

Exemplo: Uma marca de luxo que lança pop-up stores em locais estratégicos durante eventos de moda, oferecendo experiências exclusivas e produtos limitados.

Benefícios: Aumenta a visibilidade da marca, reduz custos operacionais e permite testar novos mercados e produtos com menor risco.

  • Prevenção de Perdas e Design de Lojas: Com o aumento do furto, especialmente em varejo de alto valor, a prevenção de perdas está se tornando uma parte crucial do design de lojas. Tecnologias inovadoras estão sendo implementadas para proteger produtos e melhorar a experiência do consumidor.

Exemplo: Uma loja de departamentos que integra câmeras inteligentes e etiquetas RFID para monitorar produtos e prevenir furtos, sem comprometer a estética da loja.

Benefícios: Reduz perdas financeiras, mantém a segurança do produto e garante uma experiência de compra agradável para os clientes.

  • Designers de Lojas como ‘Designers de Experiência’: A abertura de uma nova loja agora demanda uma abordagem interdisciplinar. Equipes de design de lojas estão colaborando estreitamente com marketing, TI e estratégia de negócios para criar experiências impactantes e alinhadas com os objetivos de cada departamento.

Exemplo: Uma loja de café que combina elementos de design interativo, como paredes que mudam de cor com o humor dos clientes, e áreas de co-working, incentivando a permanência prolongada.

Benefícios: Cria um ambiente único e memorável que atrai clientes, aumenta a fidelidade e promove a marca como inovadora e orientada para a experiência do cliente.

Conclusão

As tendências do varejo em 2024 revelam uma transformação emocionante e desafiadora no cenário do varejo físico. Lojas que adotam essas tendências não só se destacam, mas também criam experiências memoráveis que atraem e retêm clientes. Como varejista, esta é a sua chance de se adaptar, inovar e prosperar na nova era do varejo.

Perguntas Frequentes

  • O que significa a tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo?

    A tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo refere-se à criação de ambientes que vão além da venda de produtos. Estes espaços são projetados para engajar os clientes em atividades interativas, educativas ou inspiradoras, como workshops, exibições artísticas e experiências imersivas. O objetivo é criar um senso de comunidade e fortalecer a conexão emocional com a marca, transformando a loja em um destino, não apenas um local de compra.
  • Como a tecnologia está moldando o desempenho omnicanal nas lojas?

    A tecnologia está revolucionando o desempenho omnicanal ao integrar as experiências online e offline. Isso inclui o uso de realidade aumentada para experimentação de produtos, sistemas de gerenciamento de inventário conectados para facilitar a compra em qualquer canal e personalização baseada em dados para oferecer recomendações e promoções específicas. Essas inovações ajudam a criar uma jornada de compra sem emendas, aumentando a eficiência operacional e melhorando a satisfação do cliente.
  • Qual é a importância da evolução dos KPIs de lojas em 2024?

    A evolução dos KPIs de lojas em 2024 é crucial para refletir o papel único das lojas na experiência omnicanal do cliente. Em vez de focar apenas em vendas e tráfego, os KPIs modernos consideram o engajamento do cliente, a interação com produtos e a contribuição da loja para a jornada de compra geral. Essas métricas ajudam os varejistas a entender melhor como as experiências na loja influenciam as decisões de compra e a lealdade do cliente, permitindo que eles otimizem suas estratégias de acordo.
  • Como os formatos menores de lojas estão contribuindo para grandes inovações?

    Os formatos menores de lojas, como pop-ups e boutiques especializadas, estão impulsionando grandes inovações ao permitir que os varejistas testem novos conceitos e estratégias com flexibilidade e custos reduzidos. Esses espaços são ideais para experimentar com design de lojas, tecnologias imersivas, e abordagens personalizadas. Além disso, eles oferecem a oportunidade de se conectar com nichos de mercado específicos e gerar buzz em torno de lançamentos de produtos e eventos especiais, fomentando a inovação e a criatividade no setor de varejo.

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