8 erros do comércio varejista que você precisa evitar! 1 8213

planejamento e estratégia do comércio varejista

Cometer erros no comércio varejista pode ser uma coisa positiva — desde que eles venham da busca por inovações que destaquem a sua empresa aos olhos do cliente.

Mas, como nem todo erro é bom, existem aqueles que são mesmo prejudiciais ao negócio e podem comprometer os resultados da empresa. Exatamente por isso, neste artigo mostraremos os 8 erros que você precisa abolir no seu comércio, e as soluções para evitá-los.

Então, quer ter o seu varejo livre de falhas? Siga com a leitura e confira!

1. Não se planejar corretamente no comércio varejista

O primeiro erro que o varejista precisa evitar é ter um planejamento mal feito. Afinal, quando existem falhas nesse processo, nenhuma ação trará resultados satisfatórios. Assim, veja alguns cuidados que você precisa tomar:

  • tenha metas individuais para cada loja: nunca padronize os objetivos das filiais;
  • escolha sócios, parceiros e colaboradores empenhados, e com as competências necessárias ao negócio;
  • tenha um contador confiável;
  • recicle os seus conhecimentos e conheça as inovações (falaremos mais sobre esse assunto ao longo do texto).

Além disso, ainda é importante saber os conceitos básicos de finanças para não errar no planejamento (fluxo de caixa, margem de lucro, giro de estoque etc.).

2. Não ficar atento às mudanças do mercado e do público

O mercado muda a uma velocidade alarmante. Logo, ficar estagnado é um erro que pode levar muitas empresas à falência.

Por outro lado, aqueles que acompanham as transformações do varejo podem dar um grande passo à frente da concorrência e crescer rapidamente. Assim, se você pretende seguir as tendências, veja algumas dicas de mercado e de público:

  • o tempo do seu cliente é muito precioso nos dias atuais. Portanto, solucione problemas e não espere ele vir até você — encontre formas de ir até ele;
  • o PDV precisa ser mais que um local de vendas. Nesse sentido, ele deve agir como uma plataforma completa, ou mesmo uma “minifábrica”, que entrega opções de locação e cocriação e pontos de experiência;
  • você se lembra do computador “desktop”? Ótimo, mas a Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) mal sabe o que é isso. Esses jovens já nasceram na época mobile, hiperconectados. Portanto, fique atento a essas inovações tecnológicas.

Por fim, não tenha a tal Síndrome de Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim”. Ao contrário disso, acompanhe as mudanças do público e do mercado, e se esforce para evoluir no mesmo ritmo que elas!

3. Não inovar

Como vimos no tópico anterior, o mercado e o público mudam constantemente. Por isso, utilizar ferramentas e abordagens comuns não engajam mais.

Tendo em mente que a competição pelo tempo e a atenção do consumidor é alta, a experiência que você oferece não pode ser “mais do mesmo”. Nesse sentido, a dica é testar ferramentas de experiência no varejo, como:

  • realidade aumentada;
  • holografia;
  • sensores;
  • interação entre telas e mobile.

Enfim, as opções são diversas. Cabe à sua empresa saber inovar — ou contar com uma agência especializada no assunto.

4. Controlar mal o estoque

Comprar produtos além do necessário ocupa espaço no estoque, já comprar de menos, pode causar a perda de vendas. Portanto, o ideal é saber dosar os pedidos e profissionalizar os processos no varejo.

Além disso, é importante observar o tempo médio de estocagem para evitar mercadorias paradas — afinal, produto encalhado representa dinheiro perdido.

5. Oferecer serviços sem relevância

Oferecer minisserviços — ou seja, não prover benefícios completos e reais — também diminui o engajamento. Da mesma forma, as informações precisam ser relevantes para o cliente enxergar vantagens no conteúdo que a sua empresa disponibiliza.

Nesse sentido, ofereça uma experiência personalizada ao seu cliente. Desenvolva serviços que resolvam problemas de verdade e conteúdos memoráveis.

6. Subestimar o interesse dos clientes

Muitas empresas focam suas estratégias no targeting (público-alvo) e, assim, parecem colocar uma viseira, que não as permite enxergar oportunidades ao seu redor.

Se um cliente de 50 anos entra em uma loja de material esportivo que comete esse erro, por exemplo, seria subestimado ao demonstrar interesse em comprar um skate. O cliente, então, sairia insatisfeito, e a loja perderia uma grande oportunidade de venda.

De fato, uma pessoa que ama andar de skate pode ter 5, 10, 18, 32 ou 50 anos. E a sua capacidade ou interesse de compra não podem ser baseados apenas na idade, ou em um target pré-definido pela sua empresa

O mesmo vale para qualquer outro tipo de segmento: atenda todos os clientes da melhor maneira possível. Só assim a sua empresa tira essa viseira e passa a aproveitar todas as oportunidades.

7. Ser displicente com a cultura organizacional da empresa

Abrir mão do DNA do seu negócio é um erro que pode fazer com que os colaboradores não saibam como agir ou qual imagem passar para os clientes no varejo. Desse modo, reforce qual é a missão visão, valores e estratégias da empresa, bem como o que deve ser feito para que esses objetivos sejam alcançados.

8. Focar todos os esforços em ofertas e preços baixos

Promoções pontuais são sempre bem-vindas e ajudam a escoar produtos encalhados em estoque ou trocar o mostruário. Contudo, focar todas as ações em preços baixos drena recursos substanciais dos varejistas — além parecer falta de criatividade aos olhos do seu cliente.

Quanto a isso, invista em novos modelos que a transformação digital pode propiciar. Esse é o melhor caminho para oferecer uma experiência de compra fantástica para os consumidores, e garantir uma margem de lucro satisfatória para as empresas.

Enfim, como vimos, o mindset do varejo precisa mudar para não ficar preso aos erros do passado.

É claro que essa não é uma tarefa fácil e exige que o gerente de marketing e o varejista fiquem antenados às inovações tecnológicas. Além disso, a transformação sempre trará novos erros. Contudo, que eles sejam na direção do crescimento e conquista de clientes!

E aí, gostou deste texto? Viu quais são os 8 erros do comércio varejista que você precisa evitar? Sobrou alguma dúvida? Deixe-nos um comentário contando outras falhas que prejudicam o negócio!

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Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? Comentários desativados em Qual a importância de trabalhar com dados na sua loja? 992

dados

Você sabia que, ao coletar dados dos seus clientes, você pode transformar sua loja e melhorar as vendas, fazendo com que elas sejam cada vez mais direcionadas e qualificadas?

Isso porque, trabalhar com dados é um dos maiores diferenciais no varejo, pois eles fornecem informações preciosas que podem ajudar na construção de um funil de vendas eficiente e em decisões estratégicas.

A coleta de dados no PDV (Ponto de Venda)

No momento em que o cliente entra em sua loja, ele deixa um rastro de informações valiosas. Desde o comportamento de compra até as interações com produtos específicos, cada ação do cliente pode ser convertida em dados que permitem compreender melhor suas preferências e necessidades.

Esses dados, quando analisados corretamente, geram insights que vão além das observações superficiais, permitindo ações mais estratégicas.

Como os dados ajudam no funil de vendas?

Ao observar o comportamento dos clientes, você pode mapear cada etapa do funil de vendas — desde a atração, passando pelo engajamento, até a conversão. Isso permite que você personalize a experiência de compra, aumentando as chances de fechamento.

Com a coleta de dados, é possível, por exemplo, entender quais produtos atraem mais atenção, quais pontos da loja geram mais tráfego e até prever as preferências do cliente, oferecendo ofertas personalizadas.

-> Conheça o Granometrics.io

O Granometrics.io da Alice Wonders é uma plataforma multisensor inovadora que transforma a loja física em uma fonte de dados poderosa para decisões estratégicas. Por meio de tecnologia avançada, ela mapeia o espaço físico da loja, analisando e entregando insights para que varejistas possam agir de maneira mais assertiva e eficiente.

Além disso, com o Granometrics.io é possível medir o interesse do shopper, mapear o comportamento por zonas e analisar o interesse por categorias e SKUs.

A plataforma oferece um olhar granular e estratégico, permitindo otimizar operações, melhorar a experiência do cliente e maximizar os resultados de vendas no ambiente físico. É uma solução essencial para quem busca unir inovação e performance no varejo.

O que são dados e insights?

Embora muitos confundam os dois termos, é importante entender que dados são as informações brutas que você coleta. Já os insights são as conclusões ou ações que podem ser extraídas desses dados.

Ao trabalhar com uma cultura Data-Driven (orientada por dados), sua loja se torna mais eficiente ao tomar decisões baseadas em informações reais, ao invés de suposições. Por exemplo, um dado pode mostrar que um determinado produto tem alta procura, enquanto um insight revela como posicioná-lo melhor na loja para maximizar as vendas.

A importância de uma abordagem Data-Driven

Adotar uma abordagem Data-Driven significa fazer escolhas informadas e estratégicas. Se você não faz essa coleta, está deixando de aproveitar oportunidades preciosas para otimizar seu negócio. Com a análise correta, é possível identificar tendências, antecipar necessidades dos clientes e ajustar sua oferta de produtos de forma proativa.

Além disso, um PDV bem estruturado, baseado em dados e insights, ajuda a melhorar a experiência do cliente. Ao entender melhor o comportamento do consumidor, você pode criar um ambiente mais atraente, com produtos e ofertas que realmente atendem às expectativas de seu público, incentivando a lealdade e aumentando a taxa de retenção.

Conclusão

Investir em dados e insights não é apenas uma questão de modernizar sua loja; é sobre criar uma estratégia sólida de vendas, baseada no entendimento profundo dos seus clientes. Com o uso correto dessas informações, você pode otimizar seu funil de vendas, aumentar a conversão e oferecer experiências mais ricas e satisfatórias para seus consumidores.

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Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência Comentários desativados em Tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência 3588

Você já percebeu como o varejo está evoluindo? vamos apresentar as principais tendências do varejo 2024: lojas inovadoras e focadas na experiência.

A experiência do cliente, mais do que nunca, é o cerne do sucesso no varejo. A maneira como você, varejista, apresenta seus produtos e interage com seus clientes está moldando não apenas o futuro do seu negócio, mas também o futuro das compras como um todo.

Na Alice Wonders, reconhecemos que o varejo atual transcende a simples venda de produtos. Trata-se de criar experiências inesquecíveis e emocionantes.

Neste artigo, vamos mergulhar nas tendências para 2024 que estão definindo lojas inovadoras e focadas na experiência, com base em pesquisas e previsões da WGSN. Estes insights oferecem a você, varejista moderno, ideias criativas e estratégias para se destacar em um mercado altamente competitivo.

Prepare-se para uma jornada de inovação e descoberta, onde tecnologia, criatividade e emoção se unem para redefinir a experiência de compra.

Bem-vindo à nova era do varejo! Boa leitura ✌️

Tendências do varejo 2024

Tendências do Varejo em 2024 Segundo a WGSN

  • Espaços Impulsionados por Engajamento e Inspiração: A busca por experiências superiores em lojas físicas se traduz em espaços que promovem engajamento e inspiração. Conceitos focados na comunidade e na criação de ambientes inspiradores estão se tornando cada vez mais importantes.

Exemplo: Imagine uma loja de roupas que, além de vender produtos, oferece workshops de moda e estilo pessoal. Este espaço não apenas vende roupas, mas se torna um local de aprendizado e inspiração, fortalecendo a conexão emocional com os clientes.

Benefícios: Estes espaços criam uma comunidade de clientes fiéis, aumentam o tempo de permanência na loja e promovem um maior engajamento com a marca.

  • Tecnologia e Desempenho Omnicanal: A integração da tecnologia na experiência da loja é uma prioridade crescente. Tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, hologramas e projeções imersivas estão proporcionando interações imersivas experiências interativas com produtos e fortalecendo o envolvimento da marca, suportando operações omnicanal eficientes.

Exemplo: Uma loja de eletrônicos que utiliza realidade aumentada para mostrar aos clientes como diferentes aparelhos funcionam e se encaixam em suas casas.

Benefícios: Melhora a experiência do cliente, fornece informações detalhadas sobre os produtos e integra as experiências online e offline, aumentando as vendas e a satisfação do cliente.

  • Evolução dos KPIs de Lojas: Os varejistas estão adaptando seus KPIs para refletir melhor o papel das lojas na experiência omnicanal do cliente. Métricas como “venda por minuto de engajamento”, estão sendo exploradas para avaliar o impacto do envolvimento do cliente em diferentes canais.

Exemplo: Uma loja que mede o sucesso não apenas pelas vendas, mas também pelo tempo que os clientes passam interagindo com produtos e participando de eventos na loja.

Benefícios: Permite uma avaliação mais precisa do impacto da experiência na loja no comportamento do consumidor e nas decisões de compra.

-> Conheça sobre o granometrics.io
Granometrics.io é uma plataforma multisensor que mapeia a loja física e entrega insights para tomada de decisão e ação imediata.

Com Granometrics.io é possível medir interesse e mapear o comportamento do shopper por zona, categoria e até por SKU.

  • Formatos Menores e Grandes Inovações: A tendência de lojas menores, como pop-ups e abordagens focadas na localização, está crescendo. Estes formatos permitem experimentar novos conceitos e reduzir custos operacionais, maximizando o alcance.

Exemplo: Uma marca de luxo que lança pop-up stores em locais estratégicos durante eventos de moda, oferecendo experiências exclusivas e produtos limitados.

Benefícios: Aumenta a visibilidade da marca, reduz custos operacionais e permite testar novos mercados e produtos com menor risco.

  • Prevenção de Perdas e Design de Lojas: Com o aumento do furto, especialmente em varejo de alto valor, a prevenção de perdas está se tornando uma parte crucial do design de lojas. Tecnologias inovadoras estão sendo implementadas para proteger produtos e melhorar a experiência do consumidor.

Exemplo: Uma loja de departamentos que integra câmeras inteligentes e etiquetas RFID para monitorar produtos e prevenir furtos, sem comprometer a estética da loja.

Benefícios: Reduz perdas financeiras, mantém a segurança do produto e garante uma experiência de compra agradável para os clientes.

  • Designers de Lojas como ‘Designers de Experiência’: A abertura de uma nova loja agora demanda uma abordagem interdisciplinar. Equipes de design de lojas estão colaborando estreitamente com marketing, TI e estratégia de negócios para criar experiências impactantes e alinhadas com os objetivos de cada departamento.

Exemplo: Uma loja de café que combina elementos de design interativo, como paredes que mudam de cor com o humor dos clientes, e áreas de co-working, incentivando a permanência prolongada.

Benefícios: Cria um ambiente único e memorável que atrai clientes, aumenta a fidelidade e promove a marca como inovadora e orientada para a experiência do cliente.

Conclusão

As tendências do varejo em 2024 revelam uma transformação emocionante e desafiadora no cenário do varejo físico. Lojas que adotam essas tendências não só se destacam, mas também criam experiências memoráveis que atraem e retêm clientes. Como varejista, esta é a sua chance de se adaptar, inovar e prosperar na nova era do varejo.

Perguntas Frequentes

  • O que significa a tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo?

    A tendência de ‘espaços impulsionados por engajamento e inspiração’ no varejo refere-se à criação de ambientes que vão além da venda de produtos. Estes espaços são projetados para engajar os clientes em atividades interativas, educativas ou inspiradoras, como workshops, exibições artísticas e experiências imersivas. O objetivo é criar um senso de comunidade e fortalecer a conexão emocional com a marca, transformando a loja em um destino, não apenas um local de compra.
  • Como a tecnologia está moldando o desempenho omnicanal nas lojas?

    A tecnologia está revolucionando o desempenho omnicanal ao integrar as experiências online e offline. Isso inclui o uso de realidade aumentada para experimentação de produtos, sistemas de gerenciamento de inventário conectados para facilitar a compra em qualquer canal e personalização baseada em dados para oferecer recomendações e promoções específicas. Essas inovações ajudam a criar uma jornada de compra sem emendas, aumentando a eficiência operacional e melhorando a satisfação do cliente.
  • Qual é a importância da evolução dos KPIs de lojas em 2024?

    A evolução dos KPIs de lojas em 2024 é crucial para refletir o papel único das lojas na experiência omnicanal do cliente. Em vez de focar apenas em vendas e tráfego, os KPIs modernos consideram o engajamento do cliente, a interação com produtos e a contribuição da loja para a jornada de compra geral. Essas métricas ajudam os varejistas a entender melhor como as experiências na loja influenciam as decisões de compra e a lealdade do cliente, permitindo que eles otimizem suas estratégias de acordo.
  • Como os formatos menores de lojas estão contribuindo para grandes inovações?

    Os formatos menores de lojas, como pop-ups e boutiques especializadas, estão impulsionando grandes inovações ao permitir que os varejistas testem novos conceitos e estratégias com flexibilidade e custos reduzidos. Esses espaços são ideais para experimentar com design de lojas, tecnologias imersivas, e abordagens personalizadas. Além disso, eles oferecem a oportunidade de se conectar com nichos de mercado específicos e gerar buzz em torno de lançamentos de produtos e eventos especiais, fomentando a inovação e a criatividade no setor de varejo.

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